- Token
- A unidade em que o modelo cobra. Vale para o que entra (texto, imagem, áudio) e para o que sai. Aproximadamente um pedaço de palavra — mas uma imagem também vira uma quantidade fixa de tokens.
- Thinking
- O raciocínio interno do modelo antes de responder. É cobrado como saída, não aparece na resposta e costuma ser o maior item da conta em modelos que raciocinam.
- Resolução de mídia
- Parâmetro da chamada que decide com quanto detalhe o modelo lê a imagem. Baixa, média ou alta — e cada família tem o seu padrão de fábrica, o que explica saltos de custo entre gerações.
- Rodada
- Uma execução da bancada: uma mídia, um conjunto de modelos e um prompt. Guarda os tokens de cada modelo e tem endereço próprio.
- p50, p75 e p95
- Percentis do custo medido em repetições. A mediana (p50) é o caso típico; o p95 é o caso ruim que ainda acontece uma vez a cada vinte. Orçar contrato pela mediana é apostar.
- Margem
- Lucro dividido pelo preço. É o campo que você preenche: para 40% de margem, o preço é o custo dividido por 0,6.
- Markup
- Lucro dividido pelo custo. É derivado e só leitura aqui. Quarenta por cento de markup equivalem a 28,6% de margem — não são a mesma coisa.
- Ponto de equilíbrio
- O volume abaixo do qual o contrato dá prejuízo, mesmo cobrando o preço certo, porque os custos fixos não encolhem. Sai em fração do volume orçado.
- Procedência
- De onde vem cada número do orçamento, em cinco estados: medido, medido com uma amostra, instável, extrapolado ou estimado. Aparece por peso de tinta, não por cor.
- Revisão humana
- A fração das chamadas que uma pessoa confere antes de a saída valer. É a maior alavanca de margem na maioria dos serviços: derrubá-la de 15% para 8% vale mais que todo o custo de token.
- Tabela de ruptura
- A leitura de qual premissa quebra a conta primeiro se piorar — volume, taxa de revisão, câmbio ou tarifa.
- Deriva de margem
- A diferença entre a margem prometida no fechamento e a margem que o mesmo escopo realizaria hoje, decomposta entre câmbio e tarifa.