Chat multi-provider, projetos, base de conhecimento com RAG e governança de custo com markup comercial. Um só lugar para as equipes usarem IA — com RBAC, isolamento por organização e analytics de uso por modelo e por usuário.
Ninguém decidiu adotar. Cada time assinou o seu plano, colou o que precisava numa caixa de texto e seguiu. O resultado é uso real, valor real — e nenhuma das quatro coisas que a empresa precisa ter: custo, controle, contexto e rastro.
Marketing tem um plano, engenharia tem outro, jurídico usa a conta pessoal de alguém. Nenhum deles conversa, nenhum deles aparece no mesmo relatório, e o total só é conhecido quando o financeiro soma cartão por cartão.
Sete assinaturas, zero visão de conjunto.O provedor cobra por tokens consumidos, não por pessoa nem por projeto. Perguntar “quanto o time comercial gastou em IA no mês passado?” não tem resposta possível.
Custo sem dono não vira decisão.Ele sabe tudo sobre o mundo e nada sobre a política de reembolso, a cláusula padrão do contrato ou o procedimento de onboarding. A resposta sai bonita e genérica — e alguém precisa conferir tudo.
“Isso vale aqui?” — não dá para saber.Sem papéis, qualquer pessoa configura qualquer coisa: troca o prompt de sistema de um projeto inteiro, exporta a base, apaga o histórico do colega. E nada disso deixa rastro.
Acesso sem papel é acesso total.Consultoria e agência que entregam IA para clientes precisam de custo e margem por contrato. O provedor entrega o custo bruto; o preço ao cliente é problema de quem vende.
Sem markup, não existe contrato.Alguém descobriu o prompt que funciona e ninguém mais soube. Não há projeto, não há biblioteca, não há como um colega abrir a mesma conversa e continuar de onde parou.
O aprendizado não circula.Todo o poder dos melhores modelos, com o controle de custo, acesso e conhecimento que a empresa precisa.
Anthropic, OpenAI, Google e outros num único chat, com streaming em tempo real e histórico por conversa.
Suba PDFs e documentos e receba respostas ancoradas na base da empresa — com citações da fonte.
Instruções por projeto viram system prompt; prompts reutilizáveis padronizam o time.
Uso por modelo, por usuário e por time, com tendência diária, budgets e alertas.
Custo do provedor + a sua margem, para precificar contratos B2B sem gateway de pagamento.
Isolamento por organização e cinco papéis de acesso (OWNER → VIEWER), com trilha de auditoria.
Seis blocos, com o detalhe que decide se a plataforma serve ou não para o seu caso.
Um só chat falando três dialetos de API diferentes, com streaming token a token.
Busca vetorial e busca textual em português somadas — porque cada uma erra num lugar diferente.
Quatro camadas de instrução, aplicadas numa ordem definida — e essa ordem é o produto.
Não é histórico compartilhado: é thread com vários autores e contexto comum.
Cada resposta vira uma linha de razão, e é dessa linha que sai tudo o mais.
O painel administrativo não é uma tela de configurações: é onde a organização decide o que é permitido.
Quatro passos entre ligar a IA para o time e faturar o uso por contrato.
Crie a organização e distribua papéis, de OWNER a VIEWER.
Cadastre as chaves de IA (BYOK, criptografadas) em Admin → Provedores.
Chat, projetos e base de conhecimento com RAG no dia a dia.
Acompanhe o uso, defina budgets e aplique markup para faturar por contrato.
Vinte e cinco tabelas, cinquenta e quatro rotas de API e uma decisão que atravessa todas elas: nenhuma consulta sai sem a organização no filtro.
Interface e API no mesmo projeto, em TypeScript, com componentes sobre shadcn/ui e tipografia Geist. Servido sob o caminho /alliahchat.
Sessão em token assinado, com login por credenciais e caminho opcional para provedor externo. As rotas do aplicativo passam por um guardião antes de renderizar.
Uma extensão do cliente de banco reescreve toda operação para incluir a organização, converte busca por chave única em busca filtrada e lança erro diante de qualquer operação não prevista num modelo de inquilino.
Cada provedor fala o seu protocolo; a camada normaliza tudo num fluxo único de eventos e entrega ao navegador por streaming, token a token.
Vetores de 1536 dimensões com índice aproximado, ao lado de uma coluna de índice textual em português gerada pelo próprio Postgres. Sem serviço de busca separado.
Tokens de entrada, saída e cache, custo, markup, latência e situação. A gravação acontece no encerramento da requisição, inclusive quando o cliente desiste no meio.
Avisar, bloquear com resposta de pagamento requerido, ou rebaixar o modelo. O consumo somado é o valor faturado, não o custo bruto.
Aplicação e banco em contêineres separados; as migrações do esquema são aplicadas na subida, antes de o serviço aceitar tráfego.
Cento e dez testes automatizados rodam contra um Postgres real — não contra simulações — cobrindo isolamento entre organizações, papéis, faturamento, orçamentos, upload e busca da base de conhecimento, convites, exportação e a integridade do streaming.
A organização pode usar as chaves da plataforma ou trazer as suas, cifradas em repouso. Um provedor sem chave utilizável simplesmente não aparece como opção.
| Provedor | Famílias no catálogo | Como a plataforma fala com ele | Imagem na conversa |
|---|---|---|---|
| Anthropic | Claude, nas variantes de raciocínio, equilíbrio e velocidade | Protocolo próprio da Anthropic | Sim |
| OpenAI | GPT, em três tamanhos | Protocolo compatível com OpenAI | Sim |
| Gemini, em versão rápida e em versão de contexto longo | Protocolo próprio da Google | Sim | |
| xAI | Grok, em duas gerações | Protocolo compatível com OpenAI, endereço próprio | Sim |
| Mistral | Mistral, em versão grande e pequena | Protocolo compatível com OpenAI, endereço próprio | Sim |
| DeepSeek | DeepSeek, em versão rápida e avançada | Protocolo compatível com OpenAI, endereço próprio | Sim |
| Groq | Llama, em dois tamanhos | Protocolo compatível com OpenAI, endereço próprio | Sim |
| Super (mistura) | Não é um modelo: consulta em paralelo o principal de cada provedor disponível e funde as respostas | Orquestração interna sobre os demais | Herdada dos modelos consultados |
O papel não é etiqueta: cada rota do servidor verifica o papel antes de executar, e o mesmo mapa de permissões governa o que a interface mostra.
| Papel | Usa a IA | Vê custo do time | Administra | Altera o markup |
|---|---|---|---|---|
| OWNER | Sim | Sim, toda a organização | Tudo, inclusive as chaves de provedor | Sim, e é o único |
| ADMIN | Sim | Sim, toda a organização | Times, usuários, política, auditoria | Não |
| MANAGER | Sim | Sim, do seu escopo | Convida e acompanha; não define política | Não |
| MEMBER | Sim | Só se a política permitir | Não | Não |
| VIEWER | Leitura | Não | Não | Não |
O AlliahChat é vendido por contrato, para organizações. Estes são os desenhos em que ele encaixa sem adaptação.
Todo mundo passa a usar o mesmo lugar, com o mesmo histórico e a mesma base de conhecimento — e o custo aparece somado, por modelo e por pessoa.
Custo do provedor mais a sua margem, configurados por organização cliente. A razão de uso guarda base, markup e faturado em colunas separadas, prontos para a nota.
Sobe contrato padrão, política interna e procedimento; a resposta passa a citar a fonte em vez de improvisar a partir do conhecimento geral do modelo.
Tendência diária, quebra por modelo, por pessoa e por time, orçamentos com aviso em três limiares e exportação em planilha para o fechamento.
Espaço de projeto com instruções próprias, conversas com vários autores, menções que notificam e exportação em Markdown para virar documento.
Modelos permitidos, tipos de arquivo aceitos, retenção em dias, compartilhamento externo controlado, detecção de dado sensível e trilha de auditoria exportável.
Nada fica preso na tela: o que a plataforma calcula, ela também entrega em arquivo.
A lista curta é intencional. Tudo o que dá para resolver dentro do Postgres foi resolvido dentro do Postgres.
| Integração | Para quê | Situação |
|---|---|---|
| Provedores de IA | Responder no chat, gerar títulos e sugerir perguntas de continuação | Essencial — por chave da plataforma ou da organização |
| Embeddings | Vetorizar os trechos dos documentos para a busca semântica | Recomendado — sem ela, resta a busca textual |
| Postgres com pgvector | Todo o dado, os vetores e o índice de texto completo | Essencial |
| Armazenamento de arquivos | Guardar os documentos enviados para a base de conhecimento | Em disco local do serviço, por organização e documento |
| Serviço de e-mail | Entregar convites de acesso | Opcional — sem ele o convite não é enviado |
| Login federado | Entrar com conta corporativa em vez de senha | Opcional — o padrão é usuário e senha |
| Tarefas agendadas | Virar o período dos orçamentos e enviar o resumo de uso | Opcional — a virada também acontece sob demanda |
Cada item abaixo tem teste automatizado. O que não tem, está na seção de limites.
O escopo por organização é aplicado no cliente de banco, não em cada consulta escrita à mão. Operação não prevista num modelo de inquilino levanta erro em vez de passar sem filtro.
O mapa de permissões vive num lugar só e é consultado pelas rotas antes de executar. Esconder o botão na interface nunca é a proteção.
As chaves próprias da organização são guardadas com cifra autenticada de 256 bits e só podem ser configuradas pelo papel máximo.
O banco guarda apenas o resumo criptográfico; o valor em claro existe só no e-mail e no endereço de aceite. Vazamento da tabela não gera acesso.
Toda célula que começaria com sinal de igual, mais, menos ou arroba é neutralizada antes de sair — uma exportação não vira execução de comando na máquina de quem abre.
CPF é conferido pelo dígito verificador e cartão pela regra de Luhn, não por contagem de dígitos. A política da organização define retenção e compartilhamento externo.
O cadastro aberto vem desligado de fábrica: a plataforma é vendida por contrato, e criar organização por conta própria exige habilitação explícita, com limite de tentativas por endereço de origem.
Boa parte do que se chama hoje de “IA agêntica” está desenhada e não construída. Esta lista existe para você não descobrir isso na terceira semana.
Não é obrigatório, mas é possível — e para muitas empresas é preferível. Cada organização pode cadastrar as próprias chaves por provedor, cifradas em repouso, e nesse caso o consumo vai direto para a conta dela junto ao fornecedor.
Sem chaves próprias, a plataforma usa as credenciais configuradas no ambiente. A escolha é por organização e por provedor, não global.
Cada resposta gera uma linha de razão com os tokens realmente consumidos. O custo base sai de uma tabela de preços versionada por data de vigência; sobre ele aplica-se o percentual configurado para aquela organização.
A linha guarda os três valores separados — custo, markup e faturado — para que reprecificar um modelo no futuro não reescreva o histórico. Só o papel máximo da organização pode alterar o percentual, e a rota que trata da identidade visual foi fechada de propósito para que ninguém chegasse ao preço por um caminho lateral.
Depende do que você configurou. São três reações possíveis: apenas avisar, bloquear o envio, ou rebaixar automaticamente para o modelo mais barato que ainda esteja permitido pela política e tenha chave utilizável.
Avisos saem em três limiares e não se repetem no mesmo período. O que é somado ao orçamento é o valor faturado, com markup, não o custo bruto do provedor.
Não. A base de conhecimento não treina nada: os documentos são fatiados, indexados e recuperados no momento da pergunta, e os trechos relevantes entram no prompt daquela conversa.
O que o provedor de IA faz com o conteúdo enviado é regido pelo contrato que você tem com ele — e é exatamente por isso que a plataforma permite trazer as suas próprias chaves e restringir quais modelos a organização pode usar.
Texto puro, markdown, CSV, JSON, log e PDF, com limite de vinte megabytes por arquivo — e a política da organização pode restringir ainda mais essa lista e esse tamanho.
PDF que é só imagem digitalizada, sem camada de texto, é recusado com mensagem explícita: melhor um erro claro do que um documento indexado vazio.
Só quando isso foi deliberado. As conversas individuais são privadas; as de projeto ficam visíveis para os membros daquele projeto; e uma conversa pode receber participantes nomeados, com papel de edição ou de leitura.
Editar as instruções de um projeto ou excluí-lo exige ser administrador da organização ou editor daquele projeto — não basta ser membro.
Não, e é importante ser claro nisso. Hoje a plataforma faz completude de texto: o modelo lê o contexto e responde. Não há chamada de ferramentas, não há laço de agente, não há execução de código nem ação em sistema externo.
A arquitetura para isso está desenhada em documento interno, com a chamada de ferramentas normalizada nos três dialetos como primeira etapa. Enquanto não for construída, ela não é vendida.
A aplicação roda em contêineres, com um Postgres com a extensão de vetores ao lado, e aplica as migrações do esquema na subida. Os arquivos da base de conhecimento ficam em disco do próprio serviço.
Não há dependência de serviço gerenciado de busca, de fila ou de armazenamento externo — o que reduz bastante a conversa de infraestrutura.
Não há meio de pagamento embutido. A plataforma mede o consumo, aplica o markup e produz o valor a faturar por organização e por período; a cobrança acontece pelo contrato, fora dela. O cadastro público vem desligado justamente porque a entrada é comercial, não self-service.
Os termos que aparecem acima, explicados no sentido em que a plataforma os usa.
Chat, conhecimento e governança de custo numa plataforma multi-tenant pronta para vender por contrato.
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