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Plataforma Forense de Imagem

Triagem antifraude de imagens geradas por IA

Detecta fotografias de vistoria e sinistro geradas ou editadas por IA, fundindo 7 sinais forenses num veredito ponderado.

análise forense · em curso
0% RISCO IA Veredito · SIM
artefato GAN
inpainting
C2PAausente FFTanômalo ELAsplicing EXIFincoerente
0
sinais forenses fundidos
0%
limiar · veredito SIM
0%
faixa · INCERTO
0%
limiar · veredito NÃO
O problema

A foto deixou de ser prova

Um sinistro é regulado a partir de imagens. Quando qualquer pessoa consegue gerar ou editar uma foto de dano convincente em minutos, o regulador passa a decidir sobre um documento que ele não tem como conferir a olho nu.

Olho humano

Ninguém vê o artefato

Os indícios de geração e de edição vivem em camadas invisíveis: nível de compressão por bloco, grão do sensor, picos periódicos no espectro. Ampliar a imagem na tela não revela nada disso — e um analista experiente acaba decidindo pelo enredo do caso, não pela imagem.

Volume

O gargalo é a triagem

Um sinistro chega com várias fotos, e a fila não para. Sem um critério objetivo para escolher o que merece perícia, ou se revisa tudo (caro e lento) ou se revisa por amostragem (e o caso fraudado passa exatamente por não chamar atenção).

Decisão

Recusar sem fundamento é pior

Negar um sinistro legítimo por suspeita vaga gera reclamação, processo e dano de imagem. Um veredito só é útil se vier acompanhado das evidências que o sustentam — e se disser honestamente quando não sabe.

Camadas de evidência

Os 7 sinais forenses

Cada imagem passa por uma bateria de detectores independentes. As evidências são combinadas por peso de confiabilidade — da prova criptográfica ao indício visual.

Forte

Content Credentials (C2PA)

Lê o manifesto criptográfico embutido na imagem. Quando presente e válido, é prova inviolável da origem e do histórico de edição do arquivo.

Alta

Detector de imagem-IA

Classificador especializado (Sightengine) treinado para reconhecer fotografias sintéticas produzidas por modelos generativos modernos.

Alta

Análise espectral (FFT)

Transformada de Fourier revela assinaturas periódicas e picos no domínio da frequência típicos de redes GAN e modelos de difusão.

Alta

Error Level Analysis (ELA)

Mapeia diferenças de compressão JPEG entre regiões. Áreas com níveis de erro divergentes denunciam recompressão, colagem e splicing.

Indício

Inconsistência de ruído

Compara o padrão de ruído sensorial entre regiões. Manchas com ruído anômalo expõem áreas inpainted ou objetos inseridos artificialmente.

Indício

Integridade de metadados

Confronta EXIF, GPS, marca/modelo e timestamps com o perfil de um arquivo limpo. Lacunas e contradições sinalizam manipulação ou geração.

Alta

Forense visual com Gemini

Um perito multimodal pontua oito critérios de 0 a 10 — inserção localizada, coerência de sombras, plausibilidade física do dano, geometria, textura. A mesma imagem é submetida três vezes e vale o voto majoritário.

Lógica de decisão

Da evidência ao veredito ponderado

Prova C2PA › Detetores especializados › Forense de sinal › Visual

Ferramenta de triagem que prioriza casos para revisão humana — não um veredito automático final.

SIM
≥ 60%alta probabilidade de IA
INCERTO
36–59%requer revisão humana
NÃO
≤ 35%provável imagem autêntica
Recursos em profundidade

O que cada peça da plataforma faz

Os sinais são a matéria-prima. O que transforma sinal em decisão é a camada de fusão, o motor de regras e o laudo que devolve a evidência ao analista.

01 Ensemble com voto majoritário

A análise multimodal não é uma pergunta única ao modelo. A mesma imagem é submetida várias vezes (três por padrão, configurável por ambiente) e o veredito sai do voto.

  • Grade estruturada, não texto livre: o modelo é obrigado a pontuar oito critérios forenses de 0 a 10, o que estabiliza a calibração entre execuções.
  • Anomalia máxima: além do voto, o sistema guarda o critério de maior pontuação — é ele que distingue uma edição real de um palpite.
  • Contexto fundido: o modelo recebe o que os módulos locais já apuraram (C2PA, ELA, espectro, metadados) e raciocina sobre o conjunto.

02 Fusão ponderada por confiabilidade

Cada sinal entra na conta com um peso proporcional ao quanto ele costuma acertar sozinho. Prova criptográfica manda; indício visual sugere.

  • Peso maior para o detector especializado de imagem sintética, seguido da forense visual multimodal.
  • Redistribuição automática: se o detector especializado estiver indisponível, o peso dos metadados sobe para compensar em vez de a análise sair enviesada.
  • Pisos e escalonamentos: confiança muito alta do perito multimodal impõe um piso de risco; corroboração entre ELA e ruído escala o caso mesmo com score intermediário.

03 Motor de regras editável

Os limiares não estão enterrados no código: um administrador abre a tela “Motor de regras”, ajusta e salva — sem redeploy.

  • Pesos da fusão, faixas de veredito, limiares de ELA, ruído e espectro ficam expostos como parâmetros numéricos validados.
  • Padrões imutáveis no código: os ajustes são gravados como sobreposição, e o botão de reset devolve tudo ao valor de fábrica.
  • Validação na gravação: parâmetro desconhecido ou fora de faixa é recusado, o que impede quebrar a análise por engano de digitação.

04 Cross-check do dano declarado

É a jogada específica do domínio de seguros: comparar onde a imagem foi mexida com onde o dano é alegado.

  • Extração factual do veículo: placa (padrão antigo e Mercosul, com validação de formato), marca/modelo, cor, descrição do dano, local e extensão.
  • Região do dano em coordenadas normalizadas da imagem, comparável com a área que o ELA e o ruído apontaram como manipulada.
  • Sobreposição relevante escala o caso: “editaram exatamente onde dizem estar o dano” é um indício de peso diferente de uma anomalia em canto de céu.

05 Laudo com as figuras da perícia

O relatório não entrega só um número: entrega as imagens que sustentam o número, lado a lado com a original.

  • Mapa de ELA (níveis de recompressão), mapa de ruído (grão do sensor) e espectro de Fourier, cada um com legenda em linguagem de negócio.
  • Cartões de evidência por sinal com o veredito individual e a justificativa — dá para discordar de um sinal sem perder os outros.
  • Recomendação operacional (aprovar, revisar ou negar) e exportação em PDF pela impressão do navegador, com os detalhes técnicos abertos automaticamente.

06 Casos, painel e perfis de acesso

Cada análise vira um registro consultável, e a operação enxerga o agregado.

  • Painel com distribuição de vereditos, séries por período e contagem de casos.
  • Lista de casos com miniatura, veredito, risco e data, e o laudo completo a um clique.
  • Três perfis: operador (analisa e consulta), administrador (motor de regras) e superadministrador (gestão de usuários).
Como funciona por dentro

A arquitetura, sem mistério

Uma API em Python e uma interface sem etapa de build. Metade dos sinais é calculada no próprio servidor; a outra metade vem de detectores externos especializados.

Aplicação

FastAPI + SPA

Backend FastAPI sobre uvicorn, servindo a própria interface — JavaScript modular, sem framework nem bundler. Sobe em contêiner atrás do nginx.

Análise local

NumPy + Pillow

ELA, mapa de ruído e transformada de Fourier rodam no servidor com numpy e Pillow. Leitura de EXIF com ExifRead e de Content Credentials com c2pa-python.

Sinais externos

Detectores em paralelo

Detector especializado de imagem sintética, segundo detector com atribuição de modelo e o perito multimodal Gemini — todos disparados em paralelo, com o resultado consolidado na fusão.

Dados

SQLite local

Casos, evidências, miniaturas e usuários em um único arquivo SQLite no volume da aplicação. Autenticação por e-mail e senha, sessão por token no cabeçalho.

Especificação

O que entra e como é pesado

Os números abaixo são os padrões de fábrica da plataforma. Todos são editáveis no motor de regras por um administrador.

Entrada aceita pela análise
ItemSuporteObservação
Formatos de imagemJPEG · PNG · WebP · TIFFFormatos com compressão JPEG rendem o sinal de ELA mais forte.
Formatos de celularHEIC · HEIF · AVIFConvertidos para JPEG antes de seguirem para os detectores externos; a análise local usa o arquivo original.
Tamanho máximo25 MBLimite aplicado tanto na API quanto no proxy de entrada.
Metadados lidosEXIF · GPS · C2PAMarca, modelo, software, data de captura, parâmetros de exposição e manifesto de Content Credentials, quando existir.
Extração de domínioplaca · danoPlaca nos padrões antigo e Mercosul, marca/modelo, cor, descrição, local e extensão do dano.
Pesos de fusão e faixas de veredito (padrão de fábrica)
ParâmetroValorPapel na decisão
Detector de imagem-IA0,44Maior peso isolado: é o sinal com melhor desempenho solo.
Forense visual (ensemble)0,24Segundo maior peso; também impõe pisos de risco quando muito confiante.
Metadados0,10 → 0,22O peso sobe quando o detector especializado não está disponível.
ELA · ruído · espectro0,07 cadaIndícios de sinal; ganham força quando se corroboram entre si.
Veredito SIM≥ 60Alta probabilidade de manipulação ou geração por IA.
Veredito INCERTO36–59Faixa de revisão humana obrigatória.
Veredito NÃO≤ 35Compatível com fotografia genuína.
Prova C2PA de geração99Manifesto válido declarando origem sintética sobrepõe todo o resto.
Para quem é

Onde a triagem paga a conta

O ganho aparece onde uma imagem enviada por terceiros vira base para liberar dinheiro, aprovar um bem ou registrar um fato.

Seguros · auto

Regulação de sinistro

As fotos do dano chegam pelo aplicativo do segurado. A triagem separa, antes da análise humana, o que tem indício de edição — e cruza a região manipulada com o dano declarado.

Perícia direcionada em vez de amostragem cega.
Seguros · vistoria

Vistoria prévia remota

Na contratação, o cliente fotografa o veículo. A verificação de metadados distingue uma captura de câmera de um arquivo limpo baixado da internet ou gerado por modelo.

Menos dano preexistente entrando na apólice.
Marketplace

Anúncio e disputa

Fotos de produto e de avaria em pedidos contestados passam pela mesma bateria de sinais, com o laudo anexado ao chamado.

Decisão de reembolso com evidência anexa.
Jurídico

Prova documental em imagem

Antes de juntar uma foto ao processo, a triagem indica se o arquivo tem manifesto de origem, EXIF coerente e ausência de sinais de composição.

Um parecer técnico reproduzível, com figuras.
Antifraude

Fila de casos suspeitos

O painel concentra os casos por faixa de risco. O time trabalha a fila do maior risco para o menor em vez de reagir a denúncias avulsas.

Priorização por score, não por percepção.
Compliance

Registro auditável

Cada análise fica gravada com o arquivo, os sinais individuais, o score e o horário — o histórico responde “por que decidimos assim” meses depois.

Rastro de decisão pronto para auditoria interna.
O que você recebe

Entregáveis de cada análise

Uma submissão produz um laudo completo em segundos — e o laudo é o produto, não o score.

Score de risco e veredito

Um número de 0 a 100 e a classificação em SIM, INCERTO ou NÃO, com a indicação de qual sinal decidiu o caso.

Cartões de evidência

Um cartão por sinal, com veredito individual, força atribuída e a frase que explica o que foi encontrado.

Figuras da perícia

Imagem original, mapa de ELA, mapa de ruído e espectro de Fourier, ampliáveis em tela cheia e navegáveis pelo teclado.

Ficha de metadados

Gerador declarado, emissor da assinatura, software, câmera, data de captura e número de campos EXIF encontrados.

Ficha do veículo

Placa lida com nível de confiança, marca/modelo, cor, descrição do dano, local e extensão — extraídos de forma factual.

Laudo em PDF

Exportação pela impressão do navegador, com os detalhes técnicos expandidos automaticamente para que nada fique escondido no papel.

Integrações e dados

Por onde entra e por onde sai

IN Entrada

  • Upload pela interface: arraste o arquivo ou selecione; o formato é inferido pelo tipo declarado e, se ele vier vazio, pela extensão.
  • API HTTP: a análise é um POST multipart autenticado por token; login, histórico, estatísticas e detalhe do caso são endpoints REST.
  • Como bloco do AlliahFlow: o mesmo pipeline forense já foi replicado como um fluxo de doze blocos, o que permite encaixar a triagem dentro de um processo maior de esteira.

OUT Saída

  • JSON completo por análise: veredito, risco, lista de sinais com veredito e detalhe, critérios pontuados, metadados e recomendação.
  • Laudo em PDF pela impressão, com as figuras embutidas.
  • Histórico e estatísticas consultáveis por API para alimentar um painel externo.
Segurança e privacidade

O que é verdade sobre os seus arquivos

Descrição factual do comportamento atual da plataforma — sem certificações, selos nem promessas contratuais.

✓ O que a plataforma faz

  • Acesso autenticado: nenhuma tela funciona sem login; a sessão viaja como token no cabeçalho da requisição, não em cookie.
  • Separação de papéis: o motor de regras exige perfil de administrador e a gestão de usuários exige superadministrador.
  • Instância dedicada: banco, arquivos e credenciais vivem no volume da própria aplicação, sem compartilhamento com outros produtos.

! O que você precisa saber

  • A imagem sai do servidor: os detectores especializados e o perito multimodal são serviços externos — a foto analisada é enviada a eles. Avalie isso antes de submeter material sensível.
  • O histórico é compartilhado: qualquer conta autenticada enxerga os casos registrados na instância. Não há, hoje, separação de casos por dono ou por cliente.
  • Retenção manual: a imagem analisada e seus metadados ficam no registro do caso até serem removidos manualmente; não há política automática de expurgo.
Limites

O que a plataforma ainda não faz

Uma ferramenta forense que esconde os próprios limites vira exatamente o oposto do que promete.

Não é veredito final

É triagem. O resultado prioriza casos para revisão humana; nenhuma decisão de negar sinistro deve ser tomada só com o score.

Não há precisão publicada

Os limiares foram calibrados por análise de casos, não medidos contra um conjunto de imagens com gabarito. Não divulgamos taxa de acerto porque ela ainda não foi medida.

C2PA quase nunca está presente

Content Credentials é o sinal mais forte e o mais raro: redes sociais e aplicativos de mensagem removem o manifesto ao recomprimir a imagem.

ELA perde força fora do JPEG

Em PNG e em imagens muito recomprimidas o nível de erro fica achatado, e o sinal é limitado a um teto de risco menor para não gerar falso positivo.

Analisa uma imagem por vez

Não há, hoje, análise cruzada entre as várias fotos de um mesmo sinistro (placa, data ou modelo divergentes entre fotos), nem detecção de reúso de foto contra o próprio histórico.

Sem fila nem processamento em lote

Cada análise é síncrona e depende da disponibilidade dos serviços externos. Não existe reprocessamento automático nem submissão em massa por arquivo.

Perguntas frequentes

Dúvidas que aparecem sempre

A plataforma diz se a foto é falsa?

Ela diz qual é a probabilidade de a imagem ter sido gerada ou editada por IA, e mostra em que evidências se baseou. O veredito SIM significa “alta probabilidade, priorize a perícia”, não “provado em juízo”. A faixa INCERTO existe justamente para o sistema admitir que não sabe.

Por que sete sinais em vez de um detector só?

Porque cada detector falha de um jeito diferente. Um classificador de imagem sintética não vê recorte e colagem; o ELA não vê imagem gerada do zero; os metadados não veem nada se o arquivo passou por WhatsApp. A fusão ponderada existe para que a falha de um sinal não vire a falha da análise.

Uma foto tirada com celular e enviada por WhatsApp ainda serve?

Serve, com ressalva. O aplicativo recomprime a imagem e remove EXIF e Content Credentials, então dois dos sinais chegam vazios — e a fusão redistribui o peso. Sempre que possível, peça o arquivo original enviado como documento, não como foto.

Quanto tempo leva uma análise?

Segundos. Os cálculos locais (ELA, ruído, espectro) e as chamadas aos detectores externos rodam em paralelo, e o gargalo é a resposta do serviço mais lento. O ensemble multiplica as chamadas ao modelo multimodal, então reduzir o número de execuções encurta o tempo em troca de estabilidade.

Dá para ajustar o rigor da triagem?

Sim. Um administrador altera pesos, faixas de veredito e limiares de cada detector na tela do motor de regras, com validação na gravação e botão de retorno aos padrões de fábrica. Operações que preferem revisar mais podem baixar o limiar de SIM; quem tem pouca equipe pode subir.

O que acontece com a imagem depois da análise?

Ela fica gravada no registro do caso, junto com metadados e mapas gerados, para que o laudo continue reproduzível. A imagem também é enviada aos detectores externos durante a análise. Se o seu material for sensível, trate isso como requisito antes de subir o arquivo.

Funciona para documentos e comprovantes?

Para documentos existe um produto irmão, o AlliahCheck, que reaproveita a mesma forense e acrescenta leitura de PDF, extração de valor e data e o cruzamento com o campo crítico. O AlliahScanning é calibrado para fotografia de sinistro e vistoria.

Consigo usar dentro de um processo maior?

Sim. Além da API, o pipeline forense já foi replicado como fluxo de blocos no AlliahFlow, o que permite encaixar a triagem entre etapas de um processo — receber a foto, analisar, e ramificar a esteira conforme o veredito.

Glossário

O jargão, traduzido

C2PA
Padrão de Content Credentials: um manifesto assinado criptograficamente e embutido no arquivo, declarando quem o criou e que edições sofreu.
ELA
Error Level Analysis. Recomprime a imagem e mede, bloco a bloco, quanto cada região “sofre” com isso. Regiões coladas ou reimpressas destoam do entorno.
FFT
Transformada rápida de Fourier. Converte a imagem para o domínio da frequência, onde a repetição periódica típica de redes geradoras aparece como picos.
Splicing
Composição: recortar um pedaço de uma imagem e colar em outra. Deixa descontinuidade de compressão, de ruído e de iluminação.
Inpainting
Preenchimento gerado por modelo dentro de uma região apagada — a forma mais comum de “criar” um dano onde não havia.
Ensemble
Rodar o mesmo modelo várias vezes sobre a mesma entrada e decidir pelo voto, para não depender de uma única resposta instável.
EXIF
Bloco de metadados gravado pela câmera: marca, modelo, data, abertura, ISO, coordenadas. Sua ausência não prova fraude, mas remove um apoio importante.
Ruído do sensor
O grão que todo sensor imprime na foto. É quase uma impressão digital do dispositivo: uma região com grão diferente denuncia origem diferente.
GAN e difusão
As duas famílias de modelos geradores de imagem mais comuns. Cada uma deixa assinaturas próprias, sobretudo no espectro de frequência.
Score de risco
O número de 0 a 100 que sai da fusão ponderada. É uma medida de suspeita acumulada, não uma probabilidade calibrada estatisticamente.

Pare a fraude visual antes do pagamento

Submeta uma imagem de vistoria ou sinistro e receba, em segundos, um veredito forense ponderado com as evidências por trás de cada decisão.