AlliahSlot
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copiloto de alocação de pátio
protótipo de alta fidelidade · homologação com a operação

A IA recomenda, o planejador decide, a decisão fica registrada.

Copiloto de alocação de aeronaves em posições de pátio, operado do lado da companhia aérea. A cada janela de planejamento, o motor propõe a malha inteira do aeroporto, com a justificativa de cada posição, e o planejador ajusta, publica e deixa rastro do que mudou.

12telas navegáveis no protótipo
6 hjanela de planejamento por plano
8 + 2variáveis e regras mandatórias
15sessões de homologação com a operação
o que o motor faz

Uma janela de planejamento, do zero à malha publicada.

É este o trabalho: encaixar cada voo numa posição que respeite envergadura, contato, tempo de solo e as duas regras mandatórias, e, quando dois voos querem a mesma posição, escolher qual sai e dizer por quê.

Aeroporto de exemplo · janela das 06h às 10h

Esquema ilustrativo do comportamento do motor, não a malha real de uma operação.

O pátio alocado pelo motorSeis posições de contato e quatro remotas. As aeronaves entram nas posições recomendadas; duas disputam a posição P5, o conflito acende em âmbar e uma delas é realocada para a posição remota R3.TERMINAL DE PASSAGEIROSposições de contato ↓taxiwayposições remotas(exigem ônibus de pátio)P1P2P3P4P5P6R1R2R3R4CONFLITO: dois voos na P5resolvido: XX5511 → R3 · motivo registrado no log

arraste o diagrama para o lado para ver o pátio inteiro

alocada em posição de contato alocada em posição remota conflito detectado posição confirmada

A mesma janela, vista por ocupação de posição

O Gantt é onde o planejador confere o que o mapa não mostra: quanto tempo cada posição fica presa, e onde sobra folga para o atraso que sempre chega.

P1
XX4021 · 06:10–07:35
XX2718 · 08:00–09:40
P4
XX1150 · 06:25–07:35
limpeza
XX3390 · 08:15–09:45
P5
XX5502 · 06:40–08:25
XX5511 → realocado p/ R3
R3
XX5511 · 08:30–10:00 (remota)
06:0007:0008:0009:0010:00
o problema

Duas horas de planilha, telefone e experiência.

O planejamento de estacionamento roda hoje costurado entre o sistema de planejamento, Excel, Teams, e-mail e rádio. As premissas existem por escrito, mas sem peso e sem regra de desempate, então a decisão muda de turno para turno e de pessoa para pessoa.

hoje · cronometrado com a operação

O ciclo manual

  • A casadinha sai à meia-noite por e-mail; a devolutiva da administradora volta e é redigitada à mão no sistema de planejamento.
  • A rodada das 3h com a manutenção muda cerca de metade da malha já divulgada, combinada verbalmente.
  • Um começo de turno absorve de 17 a 22 trocas feitas por quem estava no turno anterior.
  • A análise exige abrir cinco, seis, sete sistemas, e nenhum registro fica das alternativas consideradas.
com o copiloto

A janela inteira, num botão

  • O motor propõe a malha completa da janela, não voo a voo, e recalcula sob demanda.
  • Determinístico, não aprendizado de máquina: árvore de decisão explícita, mesma entrada, mesma saída.
  • Cada posição vem com as regras que a determinaram, as alternativas livres no horário e o ganho sobre elas.
  • Todo ajuste humano vira override registrado, com motivo, versão e diff do plano.
anatomia do problema

Não é falta de competência. É combinatória.

Alocar aeronave em pátio parece um quebra-cabeça de encaixe. Não é: é um problema de ordenação sob restrição, em que quase toda escolha boa para um critério é ruim para outro, e a janela seguinte herda o erro.

o espaço 53 posições, nem todas iguais

Posição em ponte e posição remota não se substituem. Cada uma tem categoria máxima de aeronave, pátio, gate associado, estadia permitida e vocação. Uma aeronave de fuselagem larga ocupa o espaço de duas estreitas.

o tempo Seis horas, dezenas de movimentos

A janela encenada no protótipo tem 44 voos disputando as 53 posições. Entre a saída de um e a chegada do próximo há um intervalo mínimo a respeitar, e posições vizinhas não podem liberar aeronave ao mesmo tempo.

o efeito dominó Mover um voo move os outros

Trocar uma posição raramente é uma troca só: puxa a seguinte, que puxa a próxima. O protótipo trata isso como cascata e a limita, uma sugestão que provoca remanejo demais deixa de ser sugestão.

os critérios Premissas que brigam entre si

Conexão de passageiro pede o mesmo pier. Carga pede posição específica. Passageiro com mobilidade reduzida pede ponte. Pernoite pede pátio de estacionamento. Todas legítimas, e sem regra de desempate escrita.

a autoridade A palavra final é de fora

No aeroporto, quem confirma a alocação é a administradora. A companhia propõe, recebe a devolutiva e reage, o que transforma a qualidade do argumento em parte do resultado.

a memória Nada disso fica registrado

As alternativas consideradas, o motivo da troca e quem decidiu se perdem entre a conversa de rádio e o e-mail. Sem esse rastro não há como medir aderência nem defender uma posição na reunião seguinte.

os três compromissos

Automatizar, explicar, auditar.

01Automatizar ao máximo

Importa os dados sozinho, aplica as regras mandatórias e a fila priorizada, e devolve a proposta da janela pronta para revisão.

02Mostrar o ganho

É preciso convencer um time que aloca por experiência há anos: cada sugestão expõe o porquê, as alternativas e o que se ganha, em no máximo um clique.

03Deixar rastro

Proposta, aceite, override e motivo ficam registrados. É esse histórico que sustenta o planejado × executado e o argumento com a administradora.

o produto no ar

Também já existe como software.

O protótipo abre direto, sem login, e é dele que os cards abaixo saem. A aplicação real roda ao lado, com banco próprio, login, permissão por papel e auditoria campo a campo.

01O que já é código rodando

Cadastro do aeroporto com as posições do pátio, importação da malha, motor de alocação com regras versionadas, plano da janela, mapa do pátio, registro do turno e a trilha de auditoria.

02Como entrar

O primeiro administrador nasce de uma migração, e o sistema obriga a trocar a senha no primeiro acesso, a inicial não é aceita de novo depois disso. As credenciais ficam com quem opera; não são publicadas aqui.

03Por que o protótipo vem primeiro

Ele é a maquete: mostra as telas cheias, com dados de exemplo, sem login e sem depender de importar nada. Para demonstrar, é o caminho curto, o produto exige entrar e ter dado carregado.

o protótipo

Doze telas, navegáveis agora.

Cada card é uma tela do protótipo, com a pergunta que ela responde.

planejamento Mapa do pátio Aeronaves desenhadas nas posições, Gantt embaixo e play do tempo. O painel do voo abre aqui: ranking das opções, porquês e o que muda ao realocar.
planejamento Plano da janela A bancada de conferência: a proposta linha a linha, nota por premissa, e o aceite ou o override com motivo registrado.
planejamento Registro do turno Entradas manuais de primeira classe: manutenções, bloqueios, ônibus, eventos e restrições do dia.
planejamento Devolutiva da administradora Conferência em lote do que voltou como proposto, diff das divergências e o percentual atendido.
medição Planejado × executado Aderência, para onde foram as divergências e os KPIs históricos, o número que hoje ninguém tem.
medição Trilha de decisão Versões do plano com diff, quem mudou o quê e quais overrides bateram em cada regra.
configuração Regras de alocação Mandatórias e fila de prioridades reordenável, com buffers e cortes editáveis, parametrização sem código.
configuração Cadastro do aeroporto As posições do pátio com a origem documental de cada uma, nenhuma regra de aeroporto escrita em código.
configuração Importação de dados O arquivo declara o tipo, o sistema detecta pelo cabeçalho e mostra a validação antes de gravar.
administração Usuários Quem opera o sistema: criação com senha inicial, papéis e status, sem convite por link.
administração Papéis Permissão por papel, a tela que o usuário não pode ver não aparece para ele, não só desabilita.
administração Alterações Log campo a campo com antes e depois, agrupado por operação: o rastro que sustenta a decisão.
As 12 telas, por grupo, o que cada uma resolve
GrupoTelaPergunta que respondePeça principal
planejamentoMapa do pátioComo isso se parece no chão, e por que esta posição?Planta do aeroporto com o Gantt embaixo; o painel do voo traz o ranking das opções e a justificativa. Absorveu as telas de Gantt e de detalhe do voo.
planejamentoPlano da janelaEm que pé está a janela e o que exige atenção agora?Bancada de conferência da proposta, com nota por premissa, aceite e override com motivo.
planejamentoRegistro do turnoO que mudou no mundo real que o plano precisa saber?Entradas manuais com vigência e autor: restrição, bloqueio, manutenção, evento, ônibus.
planejamentoDevolutiva da administradoraQuanto da nossa proposta foi aceito?Comparação proposta × devolutiva por voo e percentual atendido.
configuraçãoRegras de alocaçãoCom que critério o plano é montado?Regras mandatórias, fila de prioridades reordenável e árvore de decisão.
configuraçãoCadastro do aeroportoO que cada posição aceita?Tabela de posições com tipo, pátio, categoria máxima, gate, estadia, vocação e origem documental.
configuraçãoImportação de dadosDe onde vêm os voos e as posições?Recebimento de planilha com detecção de tipo, validação e histórico de arquivos.
mediçãoPlanejado × executadoO plano se sustentou?Aderência ao longo dos dias e para onde as divergências foram.
mediçãoTrilha de decisãoQuem mudou o quê, quando e por quê?Versões do plano com diferença entre elas e overrides por regra.
administraçãoUsuáriosQuem pode operar o sistema?Criação com senha inicial e troca obrigatória, papéis e status.
administraçãoPapéisQuem pode ver e fazer o quê?Permissão por papel, aplicada por endpoint e por rota da tela.
administraçãoAlteraçõesO que mudou no cadastro, e quem mudou?Log campo a campo com antes e depois, agrupado por operação.

Além das 11, há três peças transversais presentes em qualquer tela: o seletor global de janela (executada, publicada, rascunho), o painel lateral do copiloto e a animação do motor ao gerar um plano.

recursos em profundidade

O que cada peça faz quando você usa de verdade.

A tela bonita é o começo. O que sustenta o produto é o que acontece quando o analista discorda, quando a manutenção derruba metade da malha e quando alguém pergunta, três dias depois, por que aquele voo foi para lá.

proposta

A janela inteira, não voo a voo

O planejamento é feito por bloco de horas. O motor recebe a malha da janela e devolve a alocação completa, com recálculo sob demanda quando algo muda.

  • Uma trava de estabilidade impede que o recálculo troque posição por ganho marginal.
  • O remanejo em cascata tem limite: sugestão que move gente demais é descartada.
  • O plano tem estado explícito, rascunho, publicado, executado, e versão.
explicabilidade

O porquê vem junto com a posição

Clicar num voo abre o ranking das quatro melhores posições no horário, a nota de cada uma em cada premissa e uma justificativa escrita em português.

  • Mostra o que se perde ao escolher a segunda opção, não só qual é a primeira.
  • A justificativa nomeia a regra que decidiu e o voo relacionado, quando houver.
  • Se nenhuma posição atende, isso é dito, em vez de forçar um encaixe ruim.
gantt

A visão de trabalho do analista

Grade de posição por tempo, agrupada por pier, com o bloco de cada operação colorido por tipo: turn rápido, pernoite, internacional, aeronave em espera e conflito.

  • Alterna entre ordem física (como o pátio é) e ordem numérica (como a lista é).
  • Hachura marca janela de restrição vigente sobre a posição.
  • Arrastar um voo abre o efeito da mudança antes de confirmá-la.
mapa

O pátio desenhado, com o tempo correndo

Planta esquemática do aeroporto, pista, taxiways, piers e zonas, com as aeronaves posicionadas no instante escolhido.

  • Camadas de calor por critério: conectividade, carga, mobilidade, tráfego de solo e ocupação.
  • Régua de tempo com reprodução: dá para ver a janela inteira em movimento.
  • Cada posição tem uma ficha com suas características dominantes.
parametrização

Regra é cadastro, não código

As regras mandatórias eliminam posições; a fila de prioridades ordena as que sobraram. A ordem da fila é arrastável e cada regra tem seus próprios cortes e buffers.

  • Editor no formato se … então, com a árvore de decisão desenhada ao lado.
  • Cada regra declara a fonte do dado que a alimenta, e fica desligada quando a fonte não existe.
  • Mudar a ordem muda o plano; a versão anterior continua acessível.
cadastro

Nenhuma regra do aeroporto escrita em código

As posições vivem numa tabela com tipo, pátio, categoria máxima de aeronave, gate associado, estadia permitida, vocação e, a coluna que mais importa, a origem documental de cada restrição.

  • Matriz de compatibilidade por pátio, para o que a tabela sozinha não expressa.
  • Pares de posição que se afetam ficam declarados como pares.
  • Trocar de aeroporto é trocar o cadastro, não reescrever o produto.
entradas manuais

O que o sistema não sabe, alguém digita

Manutenção, bloqueio administrativo, evento, aeronave em espera e demanda de ônibus entram como registro de primeira classe, com vigência, autor e efeito imediato sobre o plano.

  • Entrada manual é dado, não observação em campo livre.
  • Tem começo e fim: expira sozinha quando a vigência acaba.
  • Aparece na trilha como qualquer outra mudança.
medição

O número que hoje ninguém tem

Aderência do planejado ao executado ao longo dos dias, o destino das divergências e quais regras mais provocam override, a calibração que diz se a fila está bem ordenada.

  • Override não é falha: é sinal de calibração e entra na conta como tal.
  • A devolutiva da administradora vira percentual atendido, comparável entre dias.
  • Serve de argumento externo e de aprendizado interno ao mesmo tempo.
como funciona por dentro

Uma árvore de decisão, não um modelo estatístico.

A escolha técnica central foi feita cedo, por exigência do domínio: determinístico, não aprendizado de máquina. A mesma entrada produz sempre a mesma saída, e cada saída pode ser rastreada até a regra que a produziu. Um plano que não se explica não é aceito por quem aloca há anos.

De 53 posições candidatas a uma, por eliminação

Para um único voo, o XX3390, B738, chegada 08:15, solo de 1h30. Cada regra descarta um grupo inteiro; o que sobra é ordenado pela fila de prioridades. Contagens ilustrativas do comportamento, não a malha real de uma operação.

53posições viáveis
todas as posições do aeroporto
P1
P2
P3
P4
P5
P6
R1
R2
R3
R4
R5
R6
R7
R8
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
viável descartada pela regra da vez escolhida
01

Ingestão

Malha de chegadas e partidas, cadastro de posições, restrições vigentes e entradas do turno. No protótipo isso chega por planilha, com o tipo detectado pelo cabeçalho e validação antes de gravar.

encenado no protótipo
02

Elegibilidade, as mandatórias

Antes de pontuar, o motor elimina. Categoria da aeronave é pré-condição; restrição de posição inutiliza o box no período; evento com vigência trava a posição e fura a fila. O que sobra é o conjunto de pares voo × posição viáveis.

regras cadastradas, motor pendente
03

Ordenação, a fila de prioridades

Entre as posições viáveis, a fila ordinal decide. Cada premissa entra na ordem cadastrada, com seus próprios cortes; premissa sem fonte de dado confirmada fica desligada em vez de chutar.

fila parametrizável no protótipo
04

Proposta e conflitos

O motor monta a alocação da janela inteira e marca o que não fechou: intervalo insuficiente entre operações, adjacência apertada, mobilidade em posição remota. Conflito aparece como alerta, não como silêncio.

alertas encenados
05

Explicação

A justificativa é gerada a partir das regras que decidiram, e é aqui, e só aqui, que um modelo de linguagem entraria no produto final: para redigir a explicação, nunca para escolher a posição.

textos escritos à mão no protótipo
06

Revisão humana e publicação

O analista aceita, ajusta ou rejeita. Todo ajuste vira override com motivo. Publicar congela uma versão do plano e gera a casadinha no formato do relatório que a administradora já recebe hoje.

navegável no protótipo
07

Trilha e medição

Versões, diferenças entre elas, autor e motivo de cada override. Depois do dia, o executado volta e alimenta a aderência, que realimenta a calibração da fila.

navegável no protótipo
O que está no ar agora, sem meias-palavras: um único arquivo HTML estático de cerca de 107 KB, servido por nginx, com roteamento por âncora, sem backend, sem banco, sem build e sem nenhuma dependência externa. A única lógica que de fato executa é a detecção de sobreposição de horário, usada para listar as posições livres num intervalo e ordená-las por proximidade de pier. Notas, justificativas, alertas e a animação do motor são conteúdo escrito, não cálculo. O motor descrito acima é o projeto, não o que roda hoje.
integrações e dados

Cinco entradas, uma saída, nada inventado no meio.

Nenhum motor cria regra sobre dado que ainda não foi ingerido. Por isso a lista de fontes é curta e cada regra aponta para a sua, quando a fonte não existe, a regra fica desligada e isso aparece na tela.

O que entra, de onde e para quê
DadoOrigemComo chega no protótipoAlimenta
Malha de chegadas e partidasRelatório operacional da companhiaPlanilha importada, validada antes de gravarToda a alocação da janela
Cadastro de posiçõesDocumentos do aeroporto e da administradoraTabela editável com origem documental por linhaElegibilidade e categoria máxima
Restrições e bloqueiosAdministradora e manutençãoRegistro do turno, com vigênciaRegras mandatórias
Conexão, bagagem, mobilidade e cargaSistemas internos da companhiaParâmetros da fila de prioridadesOrdenação entre posições viáveis
Devolutiva da administradoraE-mail, hoje redigitado à mãoConferência em lote com diferença por vooPercentual atendido e argumento
Executado do diaRegistro pós-operaçãoComparador de planejado × executadoAderência e calibração da fila

O que o produto controla

  • A qualidade da proposta que a companhia envia.
  • A consistência entre turnos e entre pessoas.
  • O tempo gasto para chegar ao plano.
  • A força do argumento na conversa com a administradora.

O que está fora do alcance

  • A decisão final de alocação, que é da administradora do aeroporto.
  • A ocupação das outras companhias no pátio, que o sistema da companhia não enxerga.
  • A execução em tempo real: o MVP registra o que aconteceu, não corrige durante o turno.
  • O fim da redigitação, que depende de integração com o sistema da administradora.
para quem é

Cinco pessoas usam a mesma janela por motivos diferentes.

operaçãoAnalista de pátio

É quem opera a tela. Gera a janela, revisa o que o motor propôs, discorda quando precisa e publica. O ganho dele é tempo e a chance de argumentar com dado em vez de memória.

turnoSupervisor de turno

Chega e precisa saber o que mudou desde a última passagem. A trilha com diferença entre versões substitui a conversa de corredor e o e-mail perdido.

manutençãoCoordenação de manutenção

Registra bloqueio e posição travada com vigência, em vez de combinar por rádio. O efeito no plano aparece na hora, para todo mundo.

gestãoLiderança de operações

Enxerga aderência, percentual atendido pela administradora e onde as divergências se concentram. É a base do plano de ação, e não uma impressão.

dadosTime de dados e TI

Cuida da ingestão, do cadastro e da parametrização. O contrato é claro: regra vira cadastro, fonte de dado vira coluna, nada de aeroporto escrito em código.

relaçãoInterface com a administradora

Quem conversa com o aeroporto passa a levar uma proposta justificada, a comparação do que foi aceito e o histórico, três coisas que hoje não existem em formato apresentável.

o que você recebe

Entregáveis, não telas.

O produto só serve se o que sai dele couber no processo que já existe. Por isso o formato de saída é o do relatório atual, não um formato novo que obrigaria todo mundo a mudar.

Do planejamento

  • Casadinha D+1 gerada com justificativa e exportada no formato do relatório que a administradora já recebe.
  • Plano da janela de seis horas, versionado, com estado explícito e recálculo sob demanda.
  • Justificativa por posição, com alternativas consideradas e o ganho de cada uma.
  • Lista de conflitos da janela, separada por gravidade.

Do turno e da medição

  • Registro da devolutiva da administradora, com diferença voo a voo e percentual atendido.
  • Diferença entre versões do plano, o que mudou, quem mudou e por quê.
  • Aderência de planejado × executado, acompanhada ao longo dos dias.
  • Calibração por regra: quais premissas mais provocam override.
escopo

O que entra no MVP, e o que fica para depois.

no mvp · o planejamento
  • Casadinha D+1 gerada com justificativa e exportada no formato do relatório atual.
  • Plano da janela de 6 horas, com recálculo sob demanda.
  • Replanejamento da rodada das 3h, com trava de estabilidade contra troca desnecessária.
  • Devolutiva da administradora registrada e sugestões pontuais no quiet time.
  • Recomendação de troca em tempo real na execução (o MVP só registra o executado).
  • Comunicação automática das mudanças aos times de rampa e apoio.
  • Integração com o sistema da administradora.
  • Replicação para outros aeroportos.
Uma particularidade que define o produto: quem dá a palavra final na alocação é a administradora do aeroporto. O copiloto otimiza o que a companhia controla, a qualidade da proposta, a consistência entre turnos e a força do argumento, e é medido por isso.
segurança e dados

O que é publicado, e o que fica de fora.

Agora são duas coisas no ar, com riscos diferentes: o produto, que guarda dado e tem sessão, e o protótipo, que não guarda nada. Vale a mesma disciplina para os dois, em alguns pontos, mais.

Como cada peça é servida

  • O produto exige login: senha guardada em hash, sessão por token de curta duração e permissão por papel aplicada no endpoint e na rota da tela, não só escondendo o botão.
  • Toda alteração de cadastro entra no log de auditoria campo a campo, com antes e depois: é esse rastro que sustenta a decisão de alocação.
  • O banco não está exposto: vive só na rede interna do container, sem porta aberta para a internet. Os segredos ficam fora do repositório, em arquivo de ambiente com permissão restrita.
  • O protótipo, em /alliahslot, é estático: nenhum dado digitado sai do navegador, porque não há para onde enviar, sem backend, sem banco e sem sessão.
  • Tudo por trás de HTTPS. O único recurso de terceiro é a fonte da web do produto; o protótipo não carrega nem isso.

O que não é publicado

  • Só o arquivo do protótipo vai ao ar. Proposta comercial, planilha de premissas e correspondência ficam fora do container, de propósito.
  • Esta página não reproduz matrícula de aeronave, número de voo nem nome de pessoa: esse material pertence à demonstração com a operação, não a uma vitrine.
  • O cenário encenado é um recorte operacional de exemplo, anonimizado, trate captura de tela como material controlado.
  • Não há coleta de nada: sem formulário, sem contato, sem cadastro.
limites

O que ainda não faz, e a gente prefere dizer antes.

A lista abaixo não é uma lista de defeitos. É o contorno honesto do que cada peça faz hoje: a maquete à esquerda, que existe para validar decisão de produto, e o software à direita, que já roda mas ainda não opera aeroporto sozinho.

No protótipo, hoje

  • Não há motor. A proposta exibida é um cenário montado à mão; a animação de geração conta o tempo, não calcula.
  • Não há IA. Nenhum modelo é chamado. As respostas do painel do copiloto são um conjunto pequeno de perguntas e respostas escritas.
  • Não há persistência. Recarregar a página desfaz qualquer ajuste feito na tela.
  • Não há importação real: a tela de dados encena o recebimento e a validação de arquivo.
  • Não há usuários nem permissões, o nome no topo é parte da encenação.

No produto, hoje

  • Não recomenda troca em tempo real. O MVP registra o executado para o comparador; agir durante a operação é fase seguinte.
  • Não avisa os times de rampa automaticamente, a comunicação da mudança continua manual.
  • Não elimina a redigitação enquanto não houver integração com o sistema da administradora.
  • Não enxerga a ocupação das outras companhias, porque esse dado não está ao alcance da companhia.
  • Não faz simulação exploratória, não estima custo em reais e não usa modelo preditivo. Fora do escopo, e dito de partida.
  • Premissas relacionais e de agregado são tipos especializados, não regra livre criada por cadastro, e nenhum motor cria regra sobre dado que ainda não foi ingerido.
Pendências abertas, e assumidas: parte das premissas ainda não tem fonte de dado confirmada, rotação de tripulação é o caso mais claro, e carga hoje só existe por rota, não por voo. Enquanto a fonte não existe, a regra fica desligada e visível na tela, em vez de rodar com dado estimado. O documento de planejamento do produto é um rascunho em revisão e mantém uma lista de perguntas ainda sem resposta.
perguntas frequentes

As dúvidas que sempre aparecem.

Isto é um produto pronto para usar?

Não. O que está no ar é um protótipo navegável de alta fidelidade: as telas reagem, dá para abrir o porquê de um voo, mover um bloco e trocar a janela, mas não há motor, banco nem integração por trás. Ele existe para alinhar o desenho do produto antes de construí-lo.

Tem inteligência artificial? Qual modelo?

No protótipo, nenhum. E no produto planejado a IA tem um papel deliberadamente pequeno: a decisão é de uma árvore de decisão determinística, e um modelo de linguagem entraria apenas para redigir a explicação em português.

A exigência é do domínio: quem aloca precisa poder discordar de uma regra nomeada, não de uma probabilidade.

Por que determinístico e não aprendizado de máquina?

Três motivos práticos. Auditabilidade: a mesma entrada tem que dar a mesma saída, sempre. Explicabilidade: a justificativa precisa nomear a regra, não citar uma correlação. E governança: mudar o comportamento do sistema tem que ser uma edição de cadastro registrada, não um retreinamento.

Os dados que aparecem nas telas são reais?

O cenário encenado parte de material operacional anonimizado, feito para a demonstração. Por isso esta página não reproduz prefixos, números de voo reais nem nomes, e por isso o restante do material não é publicado junto com o protótipo.

Se a administradora decide no fim, o que sobra para o copiloto?

Sobra quase tudo que dá para melhorar. A companhia controla a qualidade da proposta, o tempo para chegar nela, a consistência entre turnos e a capacidade de argumentar com histórico.

Por isso a alocação final aceita pela administradora não é usada como critério isolado de sucesso: seria medir o produto por uma variável que ele não controla.

Dá para usar em outro aeroporto?

Essa é a razão de existir a tela de cadastro do aeroporto: posições, categorias, gates e restrições são dado, com origem documental declarada, e não regra escrita no código. Replicar para outras bases é evolução prevista, depois de o primeiro aeroporto estar de pé.

E quando o analista discorda da sugestão?

Ele muda. O ajuste vira um override registrado, com motivo, autor, versão e a diferença em relação ao plano anterior. Override não é tratado como erro do humano nem como erro da máquina: é sinal de calibração, e as regras que mais provocam override aparecem na tela de medição.

Como se mede se o copiloto funcionou?

Por quatro números que hoje ninguém tem juntos: tempo para produzir o plano da janela, aderência do planejado ao executado, percentual da proposta atendido pela administradora e volume de trocas herdadas na virada de turno.

Precisa integrar com os sistemas antes de começar?

Não para começar. A porta de entrada prevista é arquivo, a mesma planilha que já circula hoje -, com detecção do tipo pelo cabeçalho e validação antes de gravar. Integração direta é ganho de fluidez, não pré-requisito.

O que exatamente está no ar neste endereço?

Um arquivo HTML estático de cerca de 107 KB, com todo o CSS e o JavaScript embutidos, servido por nginx a partir de uma pasta montada em modo somente leitura. Sem build, sem dependência, sem chamada de rede. É por isso que ele abre rápido e continua igual amanhã.

glossário

O vocabulário do pátio.

O protótipo fala a língua de quem opera, não a língua genérica de manual. Os termos abaixo são os que aparecem nas telas.

Posição box
O lugar demarcado no pátio onde a aeronave estaciona. Cada posição tem categoria máxima de aeronave, pátio, estadia permitida e vocação própria.
Finger
Posição encostada no terminal, com ponte de embarque. É o oposto de remota: passageiro entra e sai a pé, sem ônibus.
Remota
Posição afastada do terminal. O embarque e o desembarque acontecem por ônibus, o que consome mais recurso de solo e piora a experiência.
Pier
O braço do terminal que agrupa um conjunto de posições próximas. Conexão de passageiro dentro do mesmo pier é muito mais rápida do que entre piers.
Gate
O portão de embarque no terminal. Anda junto com a posição, mas não é a mesma coisa: em finger costumam coincidir, em remota o gate é outro.
Turn
A escala curta: a aeronave chega, é preparada e parte no mesmo período. Um turn apertado deixa pouca margem para trocar de posição.
Pernoite
A aeronave que passa a noite no aeroporto. Ocupa posição por muitas horas e por isso costuma ir para pátio de estacionamento, não para finger.
Casadinha d+1
O plano de estacionamento do dia seguinte que a companhia envia à administradora. Hoje sai à meia-noite, por e-mail, e volta com ajustes que são redigitados à mão.
Devolutiva
A resposta da administradora à casadinha: o que foi aceito como proposto e o que foi trocado. Vira o percentual atendido e a base do argumento seguinte.
Janela
O bloco de horas que o motor planeja de uma vez. No MVP são seis horas, com recálculo sob demanda dentro da janela.
Quiet time
A faixa de baixa movimentação depois da devolutiva. É quando o copiloto sugere ajustes pontuais, voo a voo, em vez de refazer a malha inteira.
Cascata
O efeito dominó de mover um voo: a troca puxa a posição seguinte, que puxa a próxima. O protótipo conta as trocas e limita a cascata.
Override
O ajuste humano que sobrepõe a recomendação do motor. Sempre com motivo, autor e versão, é o que permite calibrar as regras depois.
Prefixo
A matrícula da aeronave, o identificador do avião e não do voo. Trocar o prefixo de um voo muda a aeronave e pode invalidar a posição escolhida.
Categoria
A classe de porte da aeronave, que determina em quais posições ela cabe. Um avião de fuselagem larga pode ocupar o espaço de dois estreitos.
Aeronave em espera sper
Avião parado em posição travada por determinação da operação. Não é manutenção nem pernoite: é uma posição bloqueada por decisão do controle.
Reboque
O deslocamento da aeronave entre posições feito por trator, sem voar. Custa recurso e tempo, então cada reboque a mais no plano é um custo a justificar.
Mobilidade reduzida pnae
Passageiro que precisa de assistência para embarcar ou desembarcar. Puxa a preferência por posição em finger, porque o equipamento de apoio em remota é caro e escasso.
Administradora
A concessionária que opera o aeroporto. É ela, e não a companhia aérea, quem confirma a alocação final no aeroporto.
Planejado × executado
A comparação entre o plano publicado e o que de fato aconteceu no pátio. Gera a aderência, o indicador que hoje não existe.
Isto é um protótipo de alta fidelidade, com dados de exemplo: as telas são navegáveis e reagem (mover voo, abrir o porquê, trocar a janela), mas ainda não há motor nem banco por trás. O planejamento de produto e as premissas vivem no repositório do produto.