O CRM de sales-engineering da Alliah: o markdown é a fonte da verdade e o Claude é o motor de síntese. Cada conversa com cliente vira panorama de deal, dossiê de pessoa, pipeline e tarefas.
Ata no e-mail, decisão no Teams, combinado na cabeça de quem estava na reunião. O deal anda, mas ninguém tem o panorama inteiro.
Preencher campo depois da reunião compete com a próxima reunião, e perde.
Custo · pipeline que menteQuem estava na conversa sabe o que o cliente quer; quem entra depois começa do zero.
Custo · repetição com o clienteO "te mando até sexta" fica na ata e não vira compromisso de ninguém.
Custo · prazo perdidoO Brain lê o que acontece com cada cliente e mantém o vault em dia sozinho, com o humano revisando.
Lê reuniões e e-mails do Microsoft 365 da Alliah, no escopo configurado por pessoa.
Cada deal ganha o histórico das reuniões, os decisores, as objeções e o próximo passo.
Quem é quem no cliente, o que já disse e o que importa para ela.
O que foi combinado vira tarefa com responsável e prazo, num único arquivo de tarefas.
Passadas ao longo do dia sintetizam o que entrou e propõem mudanças, que o servidor aplica.
Deals, pessoas, produtos e reuniões abertos na página, para quem tem acesso.
O markdown é a fonte da verdade; o Claude escreve, o servidor aplica e o git guarda.
Reuniões e e-mails chegam do Microsoft 365.
O Claude resume e liga ao deal e às pessoas.
A rotina escreve propostas de mudança no vault.
O servidor aplica e registra quem mudou o quê.
O time vê pipeline, deals e tarefas do dia.
Com a sua conta Microsoft da Alliah. Não há usuário e senha próprios: o acesso passa pelo login corporativo.
No vault em markdown, versionado num repositório privado. Não há banco de dados.
As rotinas escrevem propostas; quem aplica é o servidor, que registra cada mudança com o autor.
Sim. O motor não tem nome de cliente; cada instância tem o próprio vault e a própria configuração.
Entre com a conta Microsoft da Alliah e veja o panorama dos deals e as tarefas do dia.
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