Demandas de Aprendizagem Demandas de Aprendizagem Conhecer a Alliah
Gestão de demandas de aprendizagem

Do pedido genérico à demanda executada

O que era protótipo virou produto: o ciclo inteiro da demanda modelado como fluxo nativo do motor do AlliahFlow, com IA lendo a transcrição da reunião, SLA medido em horas úteis e auditoria em cada transição.

SLA · qualificação
0 h
prazo monitorado, com pausa e alerta de vencido
Funções · governança e execução
0
funções envolvidas no ciclo da demanda
Mensuração · N0–N5
0
níveis, do portfólio ao ROI
O problema

"Precisamos de um treinamento de liderança"

É assim que a demanda chega numa universidade corporativa. Sem problema de negócio declarado, sem público definido, sem indicador de sucesso, e com prazo.

O pedido não tem informação suficiente para virar solução

Falta o comportamento que precisa mudar, a evidência de que ele é o problema e o número que dirá se melhorou. Descobrir isso três reuniões depois é o padrão, não a exceção.

Custo · retrabalho na origem

A fila é priorizada por quem insiste mais

Sem critério explícito, a ordem de atendimento vira função de urgência declarada e de proximidade com quem decide, e não de impacto no negócio.

Custo · a demanda certa espera

Ninguém volta para medir

A solução é entregue e o ciclo se encerra na entrega. Participação e satisfação são medidas; mudança de comportamento e resultado no negócio, quase nunca.

Custo · a área não prova o próprio valor
Recursos

Da entrada do pedido ao ROI da solução

Um motor de regras qualifica, prioriza e desenha a solução, e mede o impacto depois que ela roda.

Uma reunião, várias demandas

Cole a transcrição e a IA reconhece quantas demandas distintas foram discutidas: preenche o DNA da demanda em curso e abre um processo próprio para cada uma das outras, já com o DNA escrito.

DNA da demanda

Formulário em 4 blocos com preview em tempo real e autosave de rascunho: o pedido entra estruturado, não como texto solto.

Copiloto do DNA

Pontua a qualidade do preenchimento, lista as lacunas priorizadas, sugere a escola e antecipa as inferências C1–C5.

Priorização automática

Seis scores com pesos por escola (Liderança, Visão, Funcional) geram a nota final e posicionam a demanda nos quadrantes.

Comitê e Fast Track

Fila ordenada por prioridade real, ajuste com selo e código do projeto gerado na aprovação. Fast Track aprovado pula direto para a esteira.

Backlog sem cancelar

Depois do desenho, a demanda pode ser engavetada: sai da fila ativa mas continua em andamento, com tudo o que já foi preenchido, e volta com um clique.

Árvore, Famílias e Mensuração

Critérios C1–C5 com override manual, Famílias de Intervenção F1–F6 recomendadas e plano de mensuração N0–N5 por obrigatoriedade.

Esteira de execução

Quatro frentes de execução e um quadro de atividades com seis colunas e quatro prioridades: reatribuir a frente é arrastar o cartão entre as raias.

Analytics e gargalos

Funil de conversão, tempo médio por etapa, aderência ao SLA e taxa de aprovação do Comitê, com fila de trabalho por persona.

Impacto e ROI

Benefícios contra custo, ROI percentual, payback e ranking da carteira: o ciclo fecha com o resultado medido.

SLA e trilha de auditoria

Toda transição fica registrada com autor, data e origem da decisão. O prazo de 120 horas cobre o preenchimento do DNA, e a aderência é apurada em horas úteis, não no relógio corrido.

Recursos em profundidade

Seis mecanismos, e o que cada um resolve

O que o recurso faz, por qual mecanismo ele faz e o que muda na operação da área depois que ele está no ar.

01Uma reunião, várias demandas

A transcrição da reunião é colada inteira. A extração roda em três passagens com agentes distintos: a primeira identifica quantas demandas diferentes foram discutidas, a segunda escreve o DNA de cada uma e a terceira volta só para os campos numéricos e classificatórios, que a passagem narrativa costuma deixar em branco.

A terceira passagem existe por uma razão medida: a mesma demanda, com o mesmo agente e o mesmo prompt, saía ora com quatro campos, ora com onze. Não era falta de informação na transcrição: era variância do modelo. A segunda passada preenche apenas o que ficou vazio e nunca sobrescreve o que já veio, o que a impede de trazer o número da demanda vizinha.

O que fazTransforma uma hora de conversa em DNA preenchido e nas demandas irmãs identificadas.
Como fazTrês agentes encadeados, com teto de seis demandas por reunião e mesclagem que só preenche lacuna.
O que entregaGanho medido de 4,4 para 12,6 campos preenchidos na demanda mais esparsa, sem invenção.

02Nada é gravado sem alguém olhar

A extração é síncrona e não escreve no processo. O resultado volta para a tela, o administrador confere campo a campo e só então salva. Cada demanda irmã identificada vira um cartão editável com título e problema: confirmar cria um processo novo, descartar não deixa rastro.

A criação da demanda irmã é transacional: ou o processo nasce completo, já na etapa de preenchimento do DNA e com a identidade do demandante herdada, ou não nasce. Não existe processo pela metade.

O que fazMantém a pessoa no controle do que entra no sistema.
Como fazRevisão obrigatória antes de gravar; derivação da irmã em transação única.
O que entregaVelocidade da IA sem terceirizar a responsabilidade pelo dado.

03A IA sugere, a regra decide, o especialista confirma

Esta é a decisão estruturante do produto, e ela aparece no banco: as saídas de IA vão para uma tabela de sugestões, com proveniência completa: agente, modelo, tokens de entrada e de saída, latência, quem gerou e quando. A classificação oficial continua sendo a do motor determinístico.

O prompt dos critérios chega a instruir o modelo de forma explícita: concordar com a regra automática é um resultado legítimo e comum, e não se deve divergir só para parecer que agregou valor. A sugestão só vira oficial quando alguém a aceita, e essa aceitação fica gravada.

O que fazUsa IA sem abrir mão de classificação auditável e reproduzível.
Como fazTabela própria de sugestões, separada do campo oficial, com uma linha por geração.
O que entregaHistórico de quando a IA concordou, quando divergiu e o que a pessoa decidiu.

04SLA em horas úteis

A aderência ao prazo é calculada por uma função no banco que conta apenas o expediente: segunda a sexta, das nove às dezoito, no fuso de Brasília: fixo, e não o do servidor, porque o expediente é o do negócio.

O motivo é concreto: uma etapa aberta na sexta às 16h e concluída na segunda às 10h consumia 66 horas de relógio e estourava qualquer prazo curto sem que ninguém tivesse demorado. Foram três horas úteis. O indicador punia o fim de semana.

O que fazMede o tempo que a equipe realmente teve para trabalhar.
Como fazFunção de horas úteis no próprio banco, usada pela consulta de aderência.
O que entregaUm indicador de SLA que sobrevive à primeira conferência com quem executou.

05Engavetar sem cancelar

Depois do desenho, a demanda pode ir para o backlog. Ela some das filas ativas (esteira, painel, análise estratégica, carteira de impacto), mas continua em andamento, na mesma etapa, com tudo o que já foi preenchido intacto. Voltar é um clique.

Isso resolve um vício conhecido: sem essa opção, a alternativa para tirar algo da fila é cancelar, o que destrói informação e distorce a taxa de reprovação. Aqui a ausência de registro no backlog é o que define uma demanda como ativa, não há estado ambíguo.

O que fazTira da fila o que não é para agora, sem perder o trabalho feito.
Como fazTabela própria de backlog com motivo, autor e data; entrada e saída idempotentes.
O que entregaFila limpa e indicadores honestos, porque engavetado não vira reprovado.

06Analytics que lê o motor, não uma planilha paralela

Os indicadores são consultas diretas sobre as etapas percorridas pelos processos, com os carimbos de tempo do próprio motor. São cinco blocos: funil por etapa alcançada, tempo médio de ciclo, aderência ao SLA em horas úteis, desempenho do comitê e totais da carteira.

Dois cuidados que mudam o número: o funil conta processos distintos que alcançaram cada etapa, não passagens, senão uma etapa posterior aparece com mais casos que a anterior, o que é impossível. E o comitê é medido pela decisão gravada, não por um indício de progresso, o que corrigiu uma taxa de aprovação subestimada.

O que fazMostra onde a demanda trava e quanto tempo cada fase consome.
Como fazConsultas somente-leitura sobre as etapas do processo, sem base de dados paralela.
O que entregaIndicador que não precisa ser reconciliado com o sistema toda semana.
O fluxo

Etapa por etapa, com papel e prazo

Não é uma tela de status: é um fluxo do motor, com papel responsável, formulário próprio e prazo configurado em cada etapa.

Etapas do fluxo "Demanda de Aprendizagem" no motor do AlliahFlow, com o papel responsável e o prazo configurado.
EtapaPapel responsávelPrazo
SolicitaçãoDemandante · entrada pública, sem conta na plataformasem prazo
Preencher DNAEspecialista de Aprendizagem120 h
Análise estratégicaEspecialista de Negócio · papel exclusivo72 h
Análise do ComitêComitê · papel exclusivo168 h
Desenho da soluçãoEspecialista de Aprendizagem72 h
TasksPO da Esteirasem prazo
Execução (Esteira)Frentes de execução, pelo quadro de atividadessem prazo
PublicaçãoEspecialista de Aprendizagem48 h
Concluída · ReprovadaEtapas terminais do fluxosem prazo

O que o motor dá de graça

  • Prazo por etapa e agrupamento em fases com prazo combinado: a qualificação inteira é acompanhada como um bloco sem perder a granularidade.
  • Papel exclusivo nas etapas de decisão: só quem tem o papel do comitê assume a etapa do comitê, e o motor recusa quem não tem.
  • Regra de transição decidindo o destino a partir da decisão gravada, com o caminho avaliado registrado no log.
  • Avanço automático quando o formulário se completa: a demanda não fica parada só esperando alguém apertar um botão.

O que o demandante vê

  • Não as etapas internas, e sim quatro marcos: preenchimento inicial, reunião marcada, aprovação do comitê e tasks criadas.
  • Rótulos escritos para quem está de fora: "em análise", "precisa da sua atenção", "em execução", não o nome técnico da etapa.
  • Acompanhamento pelo número de protocolo, sem precisar de conta na plataforma.
  • A página pública mostra apenas a etapa dele: o DNA completo e a decisão do comitê não ficam expostos num endereço aberto.
Priorização

Seis notas, três escolas, um número

Cada demanda recebe seis notas (1, 3 ou 5) a partir do que o DNA declara. A escola escolhida define o peso de cada nota, e a média ponderada é a prioridade.

Os seis critérios de priorização e o peso de cada um por escola. Os pesos de cada coluna somam 1,00.
CritérioComo a nota é atribuída LiderançaFuncionalVisão
Alinhamento estratégico5 com conexão estratégica e competência declaradas; 3 com uma delas; 1 sem nenhuma0,200,150,25
Impacto no negócioFaixas de impacto anual: até R$ 50 mil, até R$ 300 mil, acima disso0,150,200,20
Escala e criticidadePessoas atingidas: até 50, até 500, acima disso0,150,150,05
Esforço de execuçãoEsforço declarado: baixo, médio ou alto0,150,200,20
Tempo para resultadoPrazo desejado: até 3 meses, até 9 meses, acima disso0,200,200,15
Risco de implementaçãoDependências críticas: nenhuma, uma, várias0,150,100,15

Da nota ao quadrante

  • Os três primeiros critérios formam o eixo de impacto; os três últimos, o de complexidade.
  • Com corte em 50, os eixos produzem quatro quadrantes: acelerar, planejar, simplificar e revisar.
  • Uma demanda aprovada como via rápida é levada para "acelerar", mas só depois de a decisão ser tomada, não pela sugestão do formulário.
  • A prioridade também vira faixa nomeada, de muito baixa a muito alta, para leitura rápida na fila.

Duas correções que o produto fez no cálculo

  • Normalização do eixo. A fórmula anterior produzia uma escala que nunca chegava a zero, e toda demanda mediana caía do lado alto do quadrante. A normalização atual usa a faixa inteira.
  • Rótulo derivado do eixo, não da nota bruta: os dois discordavam numa faixa intermediária, e o cartão dizia uma coisa enquanto a matriz mostrava outra.
  • DNA vazio não é pontuado. Uma demanda recém-aberta saía com nota e quadrante, um piso de fórmula com cara de medição. Hoje a nota só aparece quando há o que medir.
Desenho da solução

Os cinco critérios que definem o que se constrói

Depois de aprovada, a demanda é classificada em cinco eixos. Cada um é inferido do DNA por regra determinística, e todos aceitam sobreposição manual justificada.

Critérios C1 a C5 e os valores que cada um pode assumir no desenho da solução.
CritérioPergunta que respondeValores
C1Para quem é?Líder de líderes · Especialista regulado · Contribuidor individual · Líder de equipe
C2Que nível de domínio se espera?Lembrar · Compreender · Aplicar · Analisar · Avaliar · Criar
C3Em que momento a pessoa precisa?Algo novo · Aprofundar · Aplicar · Resolver um problema · Mudar
C4Qual é a natureza da demanda?Operacional · Estratégica · Regulatória
C5Por quanto tempo precisa se sustentar?Pontual · Recorrente · Integração contínua
Famílias de intervenção recomendadas a partir dos critérios: a primeira é a principal, as seguintes entram como apoio.
FamíliaO que éFormatos típicos
F1Conteúdo estruturadoCurso formal, trilha, programa, certificação
F2Experiência práticaOficinas, simulações, laboratórios, projetos aplicados
F3Apoio à performanceGuias, checklists, apoio no fluxo de trabalho, microconteúdo
F4Aprendizagem socialMentoria, coaching, comunidades de prática
F5Apoio à liderançaCoaching, pactos de equipe, rituais de gestão
F6Comunicação e lembretesCampanhas, reforços, avisos no ponto de uso
Plano de mensuração. A obrigatoriedade de cada nível é derivada da natureza da demanda e da existência de dados de resultado.
NívelMedeQuando é exigido
N0Saúde do portfólio: catálogo relevante, atualizado e eficienteSempre obrigatório
N1Experiência: participação, engajamento, conclusão, satisfaçãoSempre obrigatório
N2Aprendizagem: avaliação, certificação, proficiênciaObrigatório em demanda estratégica ou regulatória
N3Aplicação: uso no trabalho, apoio da liderança, barreirasObrigatório em demanda estratégica
N4Resultado: produtividade, qualidade, indicadores de negócioCondicionado à existência de dados
N5ROI: benefício monetizado, custo, retorno percentual e prazo de retornoSó com dados de resultado e demanda estratégica
Como funciona

Da solicitação pública à esteira de execução

Um caminho único e auditável: nenhuma demanda avança sem decisão registrada.

1

Entrada e diagnóstico

O demandante preenche o DNA e o copiloto aponta lacunas antes do envio, elevando a qualidade já na origem.

2

Qualificação com SLA

O Especialista de Aprendizagem qualifica dentro das 120h. Se faltar informação, devolve ao demandante e o prazo pausa.

3

Decisão e priorização

O Especialista de Negócio decide o encaminhamento e o Comitê prioriza a fila, aprovando com geração do código do projeto.

4

Desenho da solução

Critérios C1–C5, Famílias de Intervenção e plano de mensuração definem o que será construído e como será medido.

5

Execução e impacto

A solução roda na esteira por frentes e atividades. No fim, os resultados alimentam o ROI da carteira.

Inteligência artificial

As seis features de IA que estão no produto

Todas são síncronas, todas gravam proveniência e nenhuma escreve na classificação oficial da demanda.

Agentes de IA registrados pelo produto no Alliah Hub, com o momento do fluxo em que cada um aparece.
FeatureO que produzOnde aparece
Briefing de qualificaçãoResumo do pedido em linguagem de negócio, para quem vai analisarFila do Especialista de Negócio
Critérios C1–C5Sugestão de cada critério com justificativa citando o trecho do DNA e o grau de confiançaDesenho da solução
Ementa e plano de mediçãoEstrutura da solução e os níveis de mensuração propostosDesenho da solução
Backlog do squadDecomposição do trabalho em tarefas para o quadro da esteiraCriação de tasks
Escola da demandaSugestão semântica da escola, além da contagem de palavras-chaveAnálise estratégica
Copiloto do demandanteOrientação sobre o que falta escrever, ao sair de cada campoPreenchimento do DNA

Três regras que valem para todas

  • Proveniência obrigatória. Cada geração grava agente, modelo, tokens de entrada e saída, latência, autor e data.
  • Nenhuma altera o campo oficial. A sugestão fica ao lado da classificação da regra; virar oficial exige aceite explícito.
  • O copiloto é a exceção que confirma: ele não persiste nada e não mostra erro. A orientação é do momento, e se a IA cair o formulário segue funcionando.

O que a latência real exigiu

  • Medição nestas features: de 8,5 a mais de 100 segundos por chamada, com cauda longa. Não existe "a latência do modelo": existe uma distribuição.
  • Dimensionar tempo limite pela média é errado: os limites foram calibrados pela cauda, não pelo caso comum.
  • Toda tela de IA tem estado de processamento explícito, porque uma espera de um minuto sem sinal é indistinguível de uma falha.
Como funciona por dentro

Produto sobre motor, e a fronteira entre os dois

Este produto não é um sistema que imita um fluxo: ele roda dentro do motor do AlliahFlow. Essa escolha tem uma regra de convivência, e ela é verificada automaticamente.

A fronteira

  • O ciclo de vida da demanda é um fluxo nativo do motor, e por isso herda prazo, comitê bloqueante, linha do tempo, auditoria, agentes de IA e permissões sem reimplementar nada.
  • A execução (quadro de tarefas e backlog) é um módulo satélite, com tabelas próprias.
  • A regra: o módulo lê o núcleo à vontade, mas só muda estado de processo pelo motor. Nunca escreve direto na tabela de processos.
  • Um verificador quebra a construção se um acesso proibido ao repositório de processos aparecer dentro do módulo.

O que é tabela nova, e o que não é

  • São quatro tabelas próprias: tarefas do quadro, marcos da jornada do demandante, sugestões de IA e backlog. Mais uma função de horas úteis.
  • Não existe tabela de DNA, de escola, de critérios ou de mensuração. Tudo isso são campos de formulário do motor genérico.
  • São onze blocos e cerca de cinquenta campos declarados na definição do fluxo, e os nomes técnicos são os mesmos do protótipo original.
  • Essa é a tese arquitetural em uma frase: domínio de negócio como configuração, não como esquema de banco novo.

Os remendos no núcleo

  • Oito arquivos do núcleo carregam um marcador nominal de remendo, rastreável por uma busca: nada é alterado em silêncio.
  • Boa parte deles é endurecimento que serve ao AlliahFlow também: exigir o papel da etapa ao assumi-la, validar os obrigatórios da etapa ao concluir e fechar uma falha em que o demandante poderia gravar a decisão do comitê.
  • Outros são consequência de rodar sob subcaminho e de expor uma landing pública com apenas a primeira etapa visível.

Ambiente

  • É uma cópia isolada e completa do AlliahFlow, com repositório próprio e marca de origem em git.
  • Stack própria de containers: aplicação, base de conhecimento, hub de IA e três bancos: nada compartilhado com a produção do AlliahFlow.
  • Todos os segredos são novos. O segredo de sessão em especial: reusá-lo faria um token do clone valer na produção.
  • Mesma base técnica do motor: Java com Spring Boot e PostgreSQL no servidor, React com TypeScript e Ant Design na interface.
Funções

Cada papel vê a sua fila

As sete funções envolvidas no ciclo da demanda: três decidem o destino, quatro executam. As ações disponíveis mudam conforme quem está olhando, e o painel prioriza o trabalho de cada um.

Especialista de Aprendizagem Especialista de Negócio Comitê Conteúdo Ferramentas e melhoria Experiência Compras e contratos
Papéis e permissões

Quem decide, quem executa e quem só acompanha

No produto, as funções do negócio se traduzem em papéis de verdade dentro do motor, com permissões nomeadas e etapas que recusam quem não tem o papel.

Papéis no motor

  • Demandante: abre a solicitação pela entrada pública e acompanha pelos marcos. Não vê as etapas internas.
  • Especialista de Aprendizagem: conduz a qualificação, o DNA, o desenho e a publicação.
  • Especialista de Negócio: decide o encaminhamento na análise estratégica, em etapa de papel exclusivo.
  • Comitê: prioriza e aprova, também em etapa de papel exclusivo.
  • PO da Esteira: dono da execução: cria as tarefas e responde pelo quadro.
  • Os papéis são mutuamente exclusivos: uma pessoa não acumula dois lados da mesma decisão.

Governança e execução

  • Três funções de governança (Especialista de Aprendizagem, Especialista de Negócio e Comitê) decidem o destino da demanda e não recebem tarefa na esteira.
  • Quatro frentes de execução (produção de conteúdo, ferramentas e melhoria contínua, experiência e compras/contratos) são as únicas raias válidas do quadro.
  • Reatribuir uma tarefa é arrastar o cartão entre as raias, ou trocar a frente na própria lista de tarefas; o servidor recusa uma frente inválida.
  • Para demonstrar, há troca de usuário em um clique entre as personas, um recurso que só existe no ambiente de demonstração.
O que você recebe

Telas, registros e saídas

O que existe para operar, para decidir e para prestar contas.

Limites

O que ainda não está resolvido

Seção de honestidade. Descobrir isto numa reunião de aceite custa mais caro do que ler aqui.

Perguntas frequentes

O que costuma ser perguntado

Respostas curtas, com o comportamento real do produto.

Qual a diferença entre o produto e o protótipo que o originou?

O protótipo é uma aplicação de tela, navegável, com os dados no navegador: foi onde o modelo de negócio foi desenhado e validado. O produto é esse mesmo domínio construído dentro do motor do AlliahFlow: fluxo real, papéis reais, prazo, auditoria e IA.

A linhagem é verificável: os nomes técnicos dos campos do DNA são os mesmos nos dois.

A IA decide a classificação da demanda?

Não. Ela sugere, a regra determinística decide e o especialista confirma. As sugestões vão para uma tabela própria, com proveniência completa, e só viram classificação oficial quando alguém as aceita explicitamente.

O que acontece se a reunião discutir cinco demandas de uma vez?

A extração identifica cada uma. A primeira preenche o DNA da demanda em curso; as outras aparecem como cartões editáveis, e cada uma que o administrador confirmar vira um processo novo, já na etapa de preenchimento do DNA e herdando a identidade do demandante. O teto é de seis demandas por reunião.

Por que o SLA conta horas úteis?

Porque o relógio corrido punia o fim de semana. Uma etapa aberta na sexta à tarde e concluída na segunda de manhã consumia 66 horas e estourava o prazo sem ninguém ter demorado: foram três horas úteis. O cálculo considera segunda a sexta, das nove às dezoito, no fuso de Brasília.

Engavetar uma demanda é o mesmo que cancelar?

Não, e a diferença é deliberada. A demanda engavetada sai das filas ativas mas continua em andamento, na mesma etapa, com tudo preservado, e volta com um clique. Cancelar destruiria informação e distorceria a taxa de reprovação.

O demandante vê as etapas internas?

Não. Ele acompanha quatro marcos, com rótulos escritos para quem está de fora, e a página pública mostra apenas a etapa dele: o DNA completo e a decisão do comitê não ficam expostos num endereço aberto.

Dá para usar esse modelo em outra empresa?

O motor é genérico: o que é específico de cada organização são os campos, os pesos das escolas, os critérios e os textos: tudo configuração dentro do fluxo, não código. Adaptar significa redesenhar o fluxo e os blocos de formulário, não reescrever o sistema.

Quantas tabelas novas o produto criou?

Quatro, mais uma função de banco. Tarefas do quadro, marcos da jornada, sugestões de IA e backlog. DNA, escola, critérios, famílias e mensuração não são tabelas: são campos de formulário do motor.

O que impede o módulo de burlar o motor?

Uma regra de arquitetura e um verificador que a impõe: o módulo pode ler o núcleo à vontade, mas só altera estado de processo pelo motor. Um acesso direto ao repositório de processos dentro do módulo quebra a construção.

Por que a prioridade muda quando eu troco a escola?

Porque cada escola pondera os seis critérios de forma diferente. Liderança dá mais peso a tempo para resultado e alinhamento; visão concentra em alinhamento, impacto e esforço; funcional distribui de forma mais equilibrada. É o mesmo conjunto de notas com pesos distintos, e por isso a escola é uma decisão, não um rótulo.

Glossário

O vocabulário do produto

Os termos que aparecem nas telas e o que cada um significa aqui.

DNA da demanda
O formulário em quatro blocos que estrutura o pedido: identificação, diagnóstico, classificação estratégica e estimativas.
Escola
A trilha à qual a demanda pertence: liderança, visão ou funcional. Define o peso de cada critério na priorização.
Quadrante
A posição da demanda na matriz de impacto e complexidade: acelerar, planejar, simplificar ou revisar.
C1–C5
Os cinco critérios que definem o que se constrói: público, nível de domínio, momento de necessidade, natureza e sustentação.
Famílias F1–F6
Os tipos de intervenção recomendados a partir dos critérios: de curso formal a lembretes no fluxo de trabalho.
N0–N5
Os níveis do plano de mensuração, do portfólio ao retorno sobre investimento, cada um obrigatório, recomendado ou condicionado a dados.
Via rápida
Caminho abreviado para demandas que não precisam passar pelo comitê, aplicado depois da decisão e não pela sugestão do formulário.
Esteira
A fase de execução: o quadro de tarefas dividido em raias por frente, com seis colunas e quatro prioridades.
Backlog
A demanda engavetada: fora das filas ativas, ainda em andamento, com tudo preservado e retorno em um clique.
Marcos
A visão simplificada do andamento que o demandante enxerga, no lugar das etapas internas do fluxo.
Papel exclusivo
Etapa que só pode ser assumida por quem tem o papel correspondente: o motor recusa quem não tem.
Sugestão de IA
Saída de um agente gravada com proveniência, ao lado da classificação oficial. Vira oficial só por aceite explícito.

Quer ver isso rodando?

O DNA, o SLA e a priorização acontecendo em tempo real, numa conversa com a Alliah.

Conhecer a Alliah