Vinte e quatro afirmações, seis dimensões, a empresa inteira respondendo. Todo score sai por público — executivo, liderança e time — e é a distância entre o que o topo acha e o que a base vive que diz onde a conversa começa.
[ 103 respostas de 112 convidados · 92% de adesão · dataset de demonstração ]52 é a média de dois grupos que não se encontram: a liderança respondeu 72, o time respondeu 48. Quem lê só o 52 conclui que a direção está mediana e vai treinar o time. Os 24 pontos de distância dizem outra coisa — que a intenção existe no topo e não chegou embaixo. A pergunta-guia dessa dimensão é literalmente “sabemos por que queremos utilizar IA?”, e metade da empresa está respondendo que não.
[ a distância vira alerta a partir de 15 pontos · o gap é liderança menos time, com sinal, calculado sobre os valores já arredondados, para 72 − 48 dar exatamente os 24 do chip ]
Não por falta de vontade. Por falta de fotografia: sem saber onde a organização está, a primeira decisão vira a que alguém defendeu melhor na reunião.
A resposta padrão para “estamos atrasados em IA” é comprar treinamento. Só que letramento resolve um tipo de lacuna, e a lacuna pode estar em direção, em dado ou em processo — casos em que o curso é dinheiro gasto no sintoma.
[ o treinamento é a resposta certa para uma pergunta que ninguém fez ]Uma nota única por dimensão apaga exatamente o que importa: se ela é o consenso de todo mundo ou o encontro de dois grupos que discordam. As duas situações pedem ações opostas e produzem o mesmo número.
[ 52 pode ser todo mundo em 52, ou 72 contra 48 ]Em pesquisa interna sobre um tema que a liderança patrocina, o degrau do meio é abrigo: marca-se “parcialmente” e ninguém se compromete. Cinco degraus permitem isso; quatro obrigam a escolher um lado.
[ o meio da escala é onde a resposta se esconde ]Diagnóstico que precisa de uma semana de leitura não vira conversa. O que a liderança consegue usar é uma leitura curta que diga onde olhar primeiro e com quem falar.
[ ninguém prioriza a partir de um anexo ]Quando o texto do relatório é redigido à mão depois de olhar os gráficos, a interpretação entra sem controle. O achado precisa nascer do dado e mudar quando o dado muda.
[ se o texto não muda com o número, ele não é achado ]Cem pessoas dedicam quinze minutos e o retorno vai só para a diretoria. Na rodada seguinte, a adesão cai — e o instrumento perde a única coisa que o sustentava, que é gente respondendo com honestidade.
[ sem devolutiva, a segunda rodada não acontece ][ números da rodada de demonstração ]
A pessoa escolhe entre quatro descrições de estado, escritas em português de empresa. Por dentro, cada degrau vale 0, 33, 67 ou 100 — e ela nunca vê esse valor. Eram cinco degraus até agosto de 2026; o do meio saiu de propósito, porque quatro pontos obrigam a escolher um lado.
o degrau do meio é onde a resposta se esconde
não existe meio: ou acontece de forma consistente, ou não
a única pergunta contínua — e ela fica fora do score
A afirmação domina a tela; abaixo dela, só os quatro degraus e o botão. Antes de cada uma das seis dimensões entra uma divisória, que avança sozinha em 1,8 segundo ou ao toque. Dá para voltar e ajustar qualquer resposta; não dá para pular nenhuma. Salva a cada resposta, no servidor: fechou o navegador no meio, reabre na afirmação seguinte à última respondida — em qualquer aparelho.
O respondente não vê 50, não vê 68 e não vê porcentagem — nem enquanto responde, nem no relatório que recebe depois. Os quatro degraus são estados descritos por extenso, do “não acontece” ao “acontece e faz parte da operação”. Sem número na tela, ele responde pelo que reconhece na rotina, não pelo valor que soaria razoável.
O score da dimensão é a média direta das quatro afirmações dela, e o score geral é a média das seis dimensões — não das 24 respostas. Não existe conversão de escala no meio do caminho: o número do painel é o número medido. Quem parou no meio não entra no cálculo; peso 1 pressupõe as 24 respostas dadas.
É essa pergunta que permite os recortes: executivo, liderança e time, além do corte por área. Sem ela existe só a média, e a média é o problema. Antes das afirmações vem ainda a autopercepção — uma régua contínua de 0 a 100, respondida num controle vertical, que fica fora de todo score e serve ao de-para entre o que a pessoa acha e o que as respostas dela dizem.
Nada aqui é média de média disfarçada: cada célula é a média direta das respostas daquele recorte. A coluna do eixo é o que permite ler as seis dimensões como dois números — maturidade e prontidão.
| dimensão | eixo | geral | liderança | time | distância |
|---|---|---|---|---|---|
| AMBAmbição e direcionamentoSabemos por que queremos utilizar IA? | direção | 52 | 72 | 48 | +24 |
| LIDLiderança e governançaNossa liderança cria as condições para IA acontecer? | direção | 41 | 55 | 38 | +17 |
| CULCultura, confiança e mudançaAs pessoas estão preparadas para trabalhar com IA? | humano | 65 | 61 | 66 | −5 |
| PESPessoas e prontidão para adoçãoTemos conhecimento suficiente para utilizar IA com potencial para o negócio? | humano | 35 | 41 | 34 | +7 |
| TECDados, tecnologia e segurançaConseguimos colocar IA gerando valor para o negócio? | técnica | 44 | 62 | 40 | +22 |
| PROProcessos e capacidade de escalaSabemos onde IA gera valor? | técnica | 33 | 49 | 30 | +19 |
[ os scores ficam sem arredondar internamente e só são arredondados na exibição · o gap é a exceção: sai dos valores já arredondados · maturidade = direção + técnica · prontidão = humano ]
Menor score: Processos e capacidade de escala (33). Antes de agir nela, olhe as vizinhas: Dados, tecnologia e segurança (44) e Ambição e direcionamento (52).
Ninguém monta um processo de priorização de IA numa empresa onde o dado ainda não é confiável (44) e onde a liderança nunca disse por que quer IA (52). Atacar processos primeiro trata o sintoma: sem direção não há o que priorizar, e sem dado não há o que escalar.
E o anel fecha: essa mesma ambição e direcionamento é a dimensão em que liderança e time mais discordam — 72 contra 48, os 24 pontos do começo desta página. O buraco em processos e a discordância sobre a ambição são o mesmo assunto, lido em dois pontos do anel.
[ este bloco não é escrito à mão: o painel o gera do dado, e ele muda quando o dado muda ]
Executivo, liderança, time e o geral sobre os mesmos seis eixos, com anéis em 25, 50 e 75. A área entre as linhas é a distância.
Barra dupla com o chip do gap. Alterna entre a ordem do anel e a ordem por distância.
As 24 afirmações ordenadas, cada uma com a distribuição pelos quatro degraus da escala. É onde se descobre qual afirmação puxou a dimensão para baixo.
Dois cartões gerados dos dados, nunca escritos à mão: o da adjacência e o da maior distância.
Concluídas e parciais lado a lado, com busca, filtro por área e por público, e o detalhe de cada resposta individual. As 9 sessões incompletas aparecem aqui e não entram em nenhum score.
103 de 112 dá 92%. O número sai da contagem, não de um campo digitado.
Os seis eixos condensados em dois: maturidade no eixo horizontal, prontidão no vertical, corte em 50 nos dois. Onde a organização cai é a zona — e a zona tem nome e frase.
Cobertura por área e por público, com concluídas e parciais separadas, última conclusão, volume dos últimos 7 dias, tempo mediano de resposta e a curva dos últimos 14 dias.
Uma linha por respondente, com perfil, datas e os níveis crus de cada afirmação. Sai com separador ponto e vírgula e marca de codificação, para o Excel em português abrir direto — e exporta o recorte filtrado, não a base inteira.
O instrumento é a parte visível. O que sustenta o número é o que vem abaixo.
Nenhum agregado é gravado. Todo número é recalculado a partir das respostas individuais no momento de exibir.
Seis dimensões são detalhe demais para uma conversa de trinta minutos. Duas coordenadas cabem numa frase.
O modelo de linguagem não decide o número, não inventa o critério e não vê o score como número no texto final.
A qualidade da devolutiva depende do prompt. Então o prompt entrou no banco, com o mesmo rigor de uma migração.
Concluir a resposta marca a pendência; um laço em segundo plano cuida do resto.
Encurtar um questionário é decisão de produto, e ela precisa conviver com o histórico já coletado.
Aplicação full-stack, dois contêineres, migrações versionadas. Nada roda no navegador que não possa ser reconstruído no servidor.
Um processo só serve a API e a interface compilada, com reserva para o roteamento do lado do cliente.
Catorze tabelas e migrações numeradas com tabela de controle. O que o respondente marcou vive aqui, não no navegador dele.
Roteamento por caminho real: cada rodada tem o seu endereço, e o painel do consultor tem o dele.
O mesmo módulo calcula o painel da rodada inteira e o espelho individual — que é o agregado com amostra de um.
Em produção responde o Gemini, com a chave no cabeçalho e nunca no endereço. Há adaptadores escritos para outros provedores.
Versão, provedor, modelo, temperatura e teto de saída ficam em tabela, com uma só versão ativa por chave e trilha de ativação.
Cada bloco do relatório é gravado com chave única. Reenviar o e-mail não paga o modelo de novo, e o texto não muda entre leituras.
Um script confere a forma do questionário e recalcula os agregados por fora do motor. Se não bater, a imagem não é gerada.
[ o espelho individual usa o mesmo motor do agregado · é o que impede o texto de descrever um número que o radar não mostraria ]
O nível classifica a maturidade sozinha. A zona cruza maturidade com prontidão — e é ela que diz se avançar agora é acelerar ou arriscar.
| nível | faixa | o que ele descreve |
|---|---|---|
| 01Starter | 0 – 49 | Casos isolados e pouca estrutura comum. O valor ainda depende de esforço individual. |
| 02Scaler | 50 – 93 | As iniciativas já se repetem, mas a estrutura que as sustenta ainda está em construção. |
| 03Advanced | 94 – 100 | IA integrada à estratégia, com governança e resultados acompanhados. |
[ o nível classifica o score de maturidade arredondado · a mesma régua classifica a autopercepção, e é isso que torna o de-para uma comparação honesta ]
A organização está pronta para avançar mais rápido do que já avançou.
Maturidade e prontidão andam juntas: o caminho é escalar o que já funciona.
O começo é por letramento e direção, antes de qualquer ferramenta.
A organização avançou mais do que sustenta. Cuidar das pessoas vem antes de avançar.
O instrumento é o mesmo para todo mundo. O que muda é o que cada um faz com o resultado.
Cria a rodada, acompanha a adesão, lê o radar e sai dela com a pauta das entrevistas: qual dimensão olhar primeiro e com qual público começar a conversa.
Recebe dois números — maturidade e prontidão — e uma zona com nome. É o suficiente para decidir se a próxima rodada de investimento é em direção, em dado ou em gente.
O eixo humano isolado responde se a organização aguenta avançar. E a distância entre públicos diz se o problema é de capacitação ou de comunicação da liderança.
A dimensão de dados, tecnologia e segurança separada da de processos evita a confusão clássica entre “não temos infraestrutura” e “não sabemos o que priorizar”.
O corte por área mostra que a organização não é homogênea: a mesma empresa pode estar em zonas diferentes dependendo de onde a pergunta foi feita.
Recebe o espelho na hora e a devolutiva por e-mail — sem número, sem comparação com colegas, sem julgamento. É o que faz a segunda rodada ter adesão.
Três delas vão para quem respondeu; as outras ficam com quem conduz.
A régua não vem do modelo: ela vem de uma planilha escrita pela consultoria e carregada no banco por migração.
| peça | para quê | situação |
|---|---|---|
| Postgres | Rodadas, respondentes, respostas, textos gerados, prompts e usuários | Essencial |
| Provedor de LLM | Veredito do espelho, cartão da dor, leitura por dimensão e abertura do relatório | Essencial para o texto; o número não depende dele |
| Serviço de e-mail | Entrega da devolutiva ao respondente | Opcional — sem a chave, a fila nem liga e registra o motivo |
| Planilha de referência | Os textos curados por afirmação e por nível, que o modelo sintetiza | Carregada por migração; editável pela bancada |
| Exportação em planilha | Levar o recorte filtrado para análise fora do sistema | Disponível no painel, com separador e codificação para Excel em português |
Uma pesquisa interna sobre a própria liderança só recebe resposta honesta se as garantias forem reais.
O aceite não é caixa opcional: a validação exige o valor verdadeiro, e a data fica gravada junto com o respondente.
Cada respondente recebe um token próprio. Digitar o e-mail de outra pessoa não abre a sessão dela: a resposta é recusada com conflito.
Senha derivada com função de custo alto e sal próprio, sessão guardada no banco com validade de meio dia, e limpeza de sessões vencidas a cada entrada.
E-mail inexistente, senha errada e conta desativada devolvem a mesma mensagem e custam o mesmo tempo de processamento. Não dá para descobrir quem tem acesso testando endereços.
Guardada com cifra autenticada e derivada de uma chave mestra do ambiente; só os últimos quatro dígitos voltam para a tela. Se um erro do provedor ecoa a chave, ela é mascarada antes de virar log.
Os valores aceitos vêm do próprio instrumento, não de uma segunda lista que envelhece. As colunas atualizáveis são declaradas uma a uma, as consultas são parametrizadas e o erro interno nunca devolve detalhe.
[ a lista de origens permitidas é fechada · o corpo de requisição tem teto · há limite de requisições por origem, ainda na memória do processo ]
É uma fronteira de projeto, não uma falta. O painel não devolve um plano de 90 dias — devolve onde olhar primeiro e com quem falar. Os 24 pontos de distância em ambição e direcionamento dizem que a primeira entrevista é com a liderança, não com o time. Um instrumento que já entrega o plano transforma 103 opiniões numa decisão que ninguém tomou.
fluxo das 24 afirmações com gravação no servidor a cada resposta e retomada em qualquer aparelho
autopercepção, papel, área, empresa, setor e porte na entrada
scores, eixos, zonas, recortes, gaps e o bloco "como ler" calculados na exibição, sobre respostas individuais
radar, matriz, ranking por afirmação, pulso da coleta e exportação em planilha
painel do consultor com login real, gestão de usuários e sessão que cai ao desativar a conta
espelho na tela e devolutiva por e-mail, com radar desenhado e texto escrito por IA sobre a régua da consultoria
bancada de prompts versionados, com ativação registrada e motivo obrigatório
os números desta página são de uma rodada de demonstração, com respostas geradas
não há piso de amostra: uma única conclusão já vira número no painel
se a geração de texto falhar numa dimensão, o bloco é omitido do relatório em vez de sinalizado
o "baixar PDF" é a impressão do navegador, com folha de estilo própria — não há gerador de PDF
o limite de requisições vive na memória do processo: reiniciar o serviço zera a contagem
envio de convite: o número de convidados é digitado pelo consultor, como denominador da adesão
benchmark setorial: setor e porte são coletados, mas nada é comparado com ninguém
análise fatorial
diagnóstico individual: o espelho descreve, não julga nem compara a pessoa com o grupo
São 24 afirmações, uma por tela, mais a autopercepção e algumas perguntas de perfil na entrada. Na prática, entre dez e quinze minutos — e o painel do consultor mostra o tempo mediano real da rodada, não uma estimativa.
Não é preciso terminar de uma vez: cada resposta é gravada no servidor, e reabrir o link continua na afirmação seguinte à última respondida, em qualquer aparelho.
O painel é da consultoria que conduz a rodada, e ele mostra tanto o agregado quanto a resposta individual — inclusive quem respondeu. Isso não é escondido de ninguém: o cadastro na entrada pede nome e e-mail, porque é assim que a devolutiva chega e é assim que um e-mail não responde duas vezes.
O que o instrumento garante é outra coisa: nenhum resultado individual é comparado com colegas, e o texto que a pessoa recebe descreve a própria resposta, sem julgá-la nem posicioná-la contra o grupo. Se a sua rodada precisa de anonimato de verdade, isso precisa ser combinado no desenho dela.
Porque em pesquisa interna sobre um tema patrocinado pela liderança, o meio é abrigo. “Parcialmente estabelecido” é a resposta que não compromete ninguém e não informa nada.
Com quatro degraus, a pessoa precisa decidir se aquilo acontece de forma consistente ou não. A escala tinha cinco pontos até agosto de 2026; o corte foi deliberado.
Porque número individual convida à comparação que o instrumento não sustenta. Uma pessoa respondendo sobre a organização inteira não produz uma medição da organização — produz uma leitura.
Então o respondente recebe o nível, a proporção desenhada no radar e o texto. O score existe, é calculado pelo mesmo motor, e entra no prompt explicitamente marcado como calibração interna que nunca aparece no texto.
Não. O número sai de média aritmética simples sobre os níveis que você marcou — é determinístico e reprodutível, e um script no build recalcula tudo por fora do motor para conferir.
O modelo de linguagem entra só na redação. Ele recebe os textos de referência curados pela consultoria, correspondentes exatamente aos níveis que você escolheu, e sintetiza. Ele não escolhe o nível, não cria o critério e não vê o texto final sem essa amarra.
Tecnicamente, uma: não há piso de amostra, e a primeira conclusão já produz número no painel. Isso é uma escolha consciente para que a rodada possa ser lida enquanto acontece.
Metodologicamente, é outra conversa. A leitura por público só faz sentido quando cada público tem gente suficiente, e o painel mostra a contagem de cada recorte ao lado do número, exatamente para que ninguém leia uma média de três pessoas como se fosse a empresa.
A conclusão é gravada com data e a pendência da devolutiva é aberta, na mesma transação. A tela do espelho aparece na hora, com o veredito e o cartão da maior dor gerados naquele instante — e se a geração falhar, entra o texto fixo do nível: a tela nunca fica vazia.
Em seguida, uma varredura periódica monta a devolutiva completa e envia o e-mail. Vale dizer com todas as letras: concluir uma resposta de teste dispara e-mail de verdade.
Ainda não. Setor e porte são coletados na entrada justamente pensando nisso, mas hoje nada é comparado com nada: o resultado é da sua organização contra a régua, não contra outras empresas.
Prometer benchmark antes de ter base suficiente seria vender uma média de amostra pequena como se fosse referência de mercado.
Não, e isso é fronteira de projeto, não falta. O painel devolve onde olhar primeiro e com quem falar; a priorização nasce nas entrevistas que vêm depois.
Um instrumento que já entrega o plano transforma cem opiniões numa decisão que ninguém tomou. É por isso que o relatório conta quantas frentes existem em vez de listá-las.
Enquanto não concluiu, sim: dá para voltar e ajustar qualquer resposta. Depois de concluir, não — em rodada de verdade, um e-mail responde uma vez, e repetir o endereço é recusado com conflito.
Em rodada de teste o comportamento é outro: recomeçar numera a tentativa em vez de apagar a anterior, para que nada se perca durante a validação de um instrumento novo.
Os termos que aparecem acima, no sentido exato em que o instrumento os usa.
Você pode entrar pelo lado do consultor e ler o radar de uma rodada inteira, ou responder as 24 afirmações no celular e ver a sua resposta entrar na conta.
[ o painel do consultor exige login · concluir uma resposta grava no banco e dispara a devolutiva por e-mail de verdade · a régua de níveis é calibrável pela consultoria ]